Não estamos imunes a nos magoar.

Olá galera, quem vos escreve hoje é a Dora (@doracelestino). Faz um bom tempo que não apareço por aqui, mas para compensar todo esse tempo sem postar pra vocês, vim com um post mais que especial, principalmente para aqueles que, como eu, são grandes admiradores do trabalho do Gabriel Zander, vulgo Bil. Então é com grande honra e sem mais delongas que eu entrego à vocês a entrevista que tive o prazer de escolher as perguntas a serem feitas para ele (infelizmente só não as fiz pessoalmente risos).

#SPNQSC – Quando você descobriu que era com música que você queria trabalhar, que era disso que você queria viver?

Bil – Desde pequeno me impressionava com as capas de discos de metal, como Iron Maiden por exemplo. Ficava admirado olhando aqueles desenhos de caveira e talz. Meu primo mais velho tinha alguns discos e eu ficava sempre vibrando com as capas. Mais tarde na escola, eu e meu eterno amigo Marcelo Cunha (Malni) pegávamos os discos e ficávamos tentando desenhar as capas. Ainda bem muleques minha mãe nos levou para ver alguns shows como Ultraje a Rigor, Titãs, Capital Inicial, etc. A gente ficava fascinado com a atmosfera, público doido, banda no palco, som alto etc. Mas foi quando escutamos Guns N Roses e Faith No More que a gente realmente se interessou pela música de verdade e resolvemos que iríamos montar uma banda, antes mesmo de saber tocar uma nota sequer. Dai eu fiquei encarregado da bateria e ele, na época, do teclado (Faith No More tinha um tecladista e a gente achava que tinha que ter um). O tempo passou, fomos aprendendo a tocar um pouco e realmente acabamos montando uma banda de verdade, o Noção de Nada. Ele acabou mudando pro baixo e eu continuei na bateria por um bom tempo. 

#SPNQSC – Você tem algum ritual ou lugar preferido pra compor?

Bil – Sempre em casa. Tive insônia durante a adolescência inteira, então aproveitava essas madrugadas para compor. Quando era casado, compunha na sala, enquanto minha ex-mulher dormia no quarto. Hoje em dia tomo remédio para dormir, então não componho mais tanto hahahaha. Mas ainda gosto de tocar guitarra a noite no meu quarto e fico gravando ideias no computador que no futuro ou se tornam canções ou acabam na lixeira.

#SPNQSC – Como todo músico, com o tempo você foi se aprimorando e ganhando mais experiência, qual a principal diferença você vê nesse Bil hoje
no Zander, para aquele Bil do começo de Noção de Nada?

Bil – Acho que a principal é que você perde a inocência de acreditar em muitas coisas que na verdade não tem tanta importância. Outro dia mesmo estava conversando com um amigo meu, o Vital (da banda Jason) e ele me disse que achava realmente libertador quando você para de se “importar” tanto com a sua música e simplesmente deixa fluir. Acho que é bem por ai. No Noção de Nada éramos um bando de caras com personalidades muito diferentes, assim como objetivos e gostos musicais muito distintos também. Tinha muito conflito e muita tensão e muitas coisas legais acabavam se perdendo por causa disso. Quando a banda acabou ficamos muito mais amigos, pois não tínhamos mais esse “compromisso”. No ZANDER desde o início a gente sempre debateu tudo ao máximo e a banda foi montada já com pessoas que tinham focos em comum, então, não apenas a parte musical mantém a banda unida, mas também um estilo de vida com o qual todos nós nos identificamos, é uma atitude diferente, o que torna tudo muito mais prazeroso, desafiador e constante, pois estamos sempre juntos.

#SPNQSC – Como um dos mais antigos da cena, qual a maior dificuldade você vê que o Underground/Hard Core  ainda tem?

Bil – Acho que é organização em primeiro lugar. Acabamos de nos juntar com mais 3 bandas (Fire Driven, Bullet Bane e Plastic Fire) e organizamos um CD Split com as quatro bandas e uma turnê, tudo no esquema “faça você mesmo”, com todas as bandas ajudando umas às outras e isso era uma coisa que a gente TINHA que fazer antigamente saca? Então é uma prova de que é totalmente possível fazer as coisas você mesmo e com uma pequena organização e vontade você consegue juntar pessoas que têm a mesma vontade que você pra realizar coisas incríveis, seja na cena underground ou seja em qualquer parte da sua vida.

#SPNQSC – Tem alguma banda da cena nacional que você ainda não tocou mas gostaria? Se sim, qual?

Bil – Alguma que ainda vai aparecer por ae, certamente já toquei junto com todas as bandas que eu conheço hahaha mas ainda estarei por ai tocando quando aparecerem bandas novas que me despertem interesse. Pelo menos assim espero. 

#SPNQSC – Com o seu estúdio, o Superfuzz, você teve/tem a oportunidade de conhecer muitas bandas, já teve oportunidade de tocar com quantas delas?

Bil – Nossa, quase todas. Nem sei te dizer quantas não. Felizmente foram e ainda são muitas. 

#SPNQSC – Das bandas que andam surgindo nos últimos tempos, tem alguma que você gostaria de indicar para os nossos leitores?

Bil – Gostaria de aproveitar pra indicar as bandas que tão com a gente no Split CHUMBO: Fire Driven, Bullet Bane e Plastic Fire. Porém, também indico o site Trama Virtual, onde eu mesmo estou sempre conhecendo e curtindo bandas novas quase todos os dias. 

#SPNQSC – No CD Compilése Vol.1 terá alguma música nova, ou vai ser somente as músicas dos dois EP’s?

Bil – Nenhuma nova. Todas dos 2 EP’s e + a música “DO THE SHINDO” que gravamos pra coletânea SUPERFUZZ SESSIONS e nunca foi lançada em nenhum álbum ou EP oficial da banda. 

#SPNQSC – Agora o espaço é seu Bil, gostaria de dizer para nosso leitores?

Bil – Valeu pela oportunidade. Muito obrigado mesmo a todos aqueles que acompanham, incentivam e se identificam com os meus trabalhos, tanto tocando, quanto produzindo bandas no meu estúdio. Quem tiver interesse em acompanhar me adicione no Facebook onde estou diariamente divulgando todos os trabalhos nos quais estou envolvido. Para trabalhos no estúdio, visite http://www.superfuzz.com.br . Obrigado ! 

Perfil do Bil no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100000603936351

Para quem ainda não conhece o trabalho do Zander, segue todos os links pra vocês curtirem:
Trama: http://www.tramavirtual.com.br/zander
Facebook: http://facebook.com/zanderblues
Twitter: @zanderblues

Perfis das bandas indicadas pelo Bil:

Bullet Bane
Trama: http://www.tramavirtual.com.br/bulletbane
Facebook: http://facebook.com/bulletbanemusic
Twitter: @bulletbane

Fire Driven
Trama: http://www.tramavirtual.com.br/firedriven
Facebook: https://www.facebook.com/firedrivenbr
Twitter: @fire_driven

Plastic Fire
Trama: ht/tp://tramavirtual.com.br/plasticfire
Facebook: http://facebook.com/PlasticFireII
Twitter: @plasticfire

Como grande admiradora de todas as bandas que o Bil tem/teve não posso deixar de dizer que me senti bastante honrada em poder fazer essas perguntas que sempre foram grande curiosidades minhas, e talvez de boa parte dos fãs de Noção de Nada, Discoteque, Deluxe Trio e Zander.

Post dedicado aos meus amigos fãs de Zander: Tháh, César, Grazi, Nanda e à pedido da Détachez, ao Caio e ao Duh. Então até a próxima foi bom ver vocês.

+Agenda+

Hoje, 28/01, rola Ponto Nulo no Céu, mais bandas, no Club Outs. Vale a pena conferir o show da banda catarinense. A casa também é muito boa!

Amanhã, 29/01, rola um dos shows do Verão Revolução, evento organizado por Nenê Altro, que está balançando o verão de todos os cantos de São Paulo. Segue flyer do show onde tocarão Bullet Bane e Chuva Negra. O evento é gratuito, mas beneficente, então, só entra com um kg de alimento.

 

Spinelli Détachez

São Paulo: 458 anos.

É com imenso orgulho que venho atualizar o blog nesta data mais que especial. Eu moro em São Paulo há 16 anos, e posso dizer que faço parte dessa história. Parte dessa estrada, que me guia sempre para um amor imenso, intenso. Sem palavras. Eu pensei em fazer algo especial, diferente, mas infelizmente não tive tempo de fazer nada muito glamouroso. Então, eu entrei no Facebook e tive a felicidade de ver um pequeno texto de um dos meus maiores ídolos, Nenê Altro, falando sobre a cidade e sobre o amor que dividimos por São Paulo.

Além do texto, vou falar sobre a grande festa que está rolando neste exato momento, desde as 9:00 am, no Vale do Anhangabaú, onde, infelizmente, não pude comparecer hoje, pois meu filho não se encontrava muito bem. Ouvi pela tv as estatísticas de quantas pessoas já passaram pela festa, e o número de 65 mil pessoas é realmente incrível.

Muitos lugares da cidade celebraram com alegria, e paz, o aniversário da cidade que mais cresce e que mais enamora o país inteiro. Cidade esta, que eu confesso particularmente, amar insanamente. Este ano pretendo de todo meu coração me entregar mais à cidade, para poder atualizar o blog, com informações, dicas e todo o amor que eu devoto à São Paulo.

Feliz aniversário São Paulo. Feliz aniversário meu amor!

Gosto de São Paulo, gosto daqui da baixada, gosto de Porto Alegre, gosto de Berlim… São Paulo, sim eu tenho milhares de histórias e de motivos para amar tudo que vivi aqui, principalmente quando dei meus primeiros passos, ainda saindo fugido de casa de Guarulhos pra andar de coturno e moicano em pé pelo Bela Vista em 1987. Ou caminhar com toda galera da Bela Vista pra encontrar com a galera que ficava em frente a Toco na Vila Matilde. Ou dos shows que rolavam perto de casa, na Zona Norte, no Tio Sam, no Clubinho, na Casa Verde… A cidade, o amor, é feito por nossos passos. Pelo sentimento que temos por nossa história. Pelas coisas boas que vivemos. Por isso fico tão revoltado quando misturam esse amor de coração, de lembranças e vivências, por amor a um pedaço de terra, a um limite urbano, a uma fronteira. Eu amo o que sou, o que todas as cidades e histórias que me formaram me fizeram, e amo acima de tudo saber que eu sou minha própria cidade, e que onde quer que esteja, toda essa cidade estará comigo. Só gente que gosta de viver entre grades beija as muralhas que prendem. E, pior ainda, só gente que tem as grades dentro da cabeça pode ser tão dissimulada para confundir um sentimento de amor com um pensamento de ódio transmutado em uma ideologia sem fundamento algum. São Paulo sou eu, sou você, somos todos nós. Brancos, negros, japoneses, paulistas, caiçaras, nordestinos, homens, mulheres, homossexuais… É pra essas pessoas e para suas histórias que eu dou meus parabéns, pois elas sim SÃO a cidade, não o pedaço de terra em que pisam. (Nenê Altro)

No Parque da Juventude, um dos lugares favoritos da minha linda  @doracelestino, rolou uma das apresentações que iriam comemorar o aniversário de São Paulo. Com bandas como: Paralamas do Sucesso e Lobão, o Parque reuniu pessoas de todos os cantos da cidade, num dos lugares onde ainda podemos encontrar um pedaço de Mata Atlântica, na cidade que não quer ser cinza.

Durante os dias 27, 28 e 29 de Janeiro, a Biblioteca Viriato Correa realizará a mostra São Paulo no Cinema, onde haverão seis filmes sendo exibidos.

Aproveitando também para divulgar algumas fotos, de um amigo muito querido. Goo’ Rodrigues, tirou lindas fotos do centro de São Paulo, com um olhar bem sensível e como eu particularmente diria, cheio de amor. Por que essa cidade é apaixonante e incrivelmente envolvente.

Ainda ganhei, quase que de última hora, um texto lindo do meu outro colunista, @BrunoRodri_:

São Paulo, 25 de Janeiro de 2012

Hoje, ela completa 458 anos. Já uma senhora, claro. Mas que sempre se renova, e vai ficando cada vez mais jovem. Desses 458 aniversários, estive presente em 20. No começo, ficava feliz apenas por ser feriado. Hoje, vejo a importância que ela tem sobre minha vida.

Tudo o que me faz sorrir, ou quase tudo, é aqui que acontece. Dos pontos de diversão esportiva (Pacaembu, Clubes) as casas de show (Hangar 110, Tribe House, Inferno). Dos porres no Open Bar, a confusões na Augusta.

Hoje, trabalho na Paulista, talvez o local mais famoso da cidade. Ir na hora do almoço para o vão do MASP, e ver aquela quantidade de pessoas, tribos, cores, crenças, me faz amar ainda mais essa cidade acolhedora.

São Paulo acolhe do mesmo jeito qualquer pessoa. De um legítimo paulistano a um migrante nordestino. Sem distinguir ninguém, trata a todos como filhos. Cerca de 40 milhões, que não querem sair, e quando saem, querem logo voltar.

Parabéns São Paulo!

Agradeço a todos que fizeram parte deste post, e do blog como um todo. Que venha mais um ano de trabalho, para que possamos sempre mostrar o quanto São Paulo Não Quer Ser Cinza.

Maiores informações sobre as festas por São Paulo no site: http://www.guiadasemana.com.br/turismo/noticia/aniversario-de-sao-paulo-2012

Mais fotos de Goo’ Rodrigues em:

http://www.flickr.com/photos/goo_rodrigues

http://whentheratsspeak.deviantart.com/

http://www.facebook.com/whentheratsspeak

Spinelli Détachez

 

Eu e minhas nerdices.

Convivência e intimidade são uma merda. Estou aqui para recomendar coisas que andei conhecendo nos últimos dois meses, e tudo isso por causa de um anuncio em um Shopping localizado na grande São Paulo.

Nunca fui muito fã de jogos, nem de video game e nem de jogos online. Mas como este blog está aqui para mostrar as cores da cidade que não quer ser cinza, resolvi editar algumas coisas que eu vi por aí, e coisas que eu até cheguei a curtir mesmo.

Eu ganhei uma carta de um jogo chamado Magic – The Gathering, e fui pesquisar na internet, não achei muitas coisas, mas encontrei um site bem bacana, onde podemos efetuar o download de uma demo do jogo. Creio eu que seja um jogo de RPG, mas a questão é a beleza das cartas.

Isso me lembra minha infância, onde as crianças brincavam muito com tazos e figurinhas. Batiam os mesmos no chão, e quem as virasse, era o atual dono. É um jogo bem interessante, porque suas cartas têm uma beleza monumental. É uma mais linda que a outra, e o jogo acaba sendo instigante por sua beleza.

Outra coisa que eu vi por acaso, foi uma exposição sobre videogames no Shopping Tamboré. Fica na região de Alphaville e vale a pena conferir a exposição. Infelizmente no site não tem maiores informações, então fica a dica para quem é fã devideogames. Eu mesma vou fazer de tudo para essa semana dar uma passada, e quem sabe em outro post, eu publique maiores informações. Por enquanto é isso.

Spinelli Détachez.

Férias na Cultura, Janeiro de 2012

Olá leitores do #SPNQSC, estou aqui mais um dia para mostrar uma programação diferente na cidade de São Paulo. Quem não gosta de estar de férias? Pois é, e essa dica é para a criançada. Ou melhor, para os mais, tios, padrinhos e madrinhas levarem suas crianças para um momento de diversão na cidade que não quer ser cinza.

A programação compreende em oficinas, apresentações e contadores de histórias, tudo para que as crianças possam interagir e se interessarem por cultura desde pequenas. A faixa etária é de a partir de 4 anos.

Segue a programação, que rola no Conjunto Nacional, na Av. Paulista:

Domingo, 15 de janeiro, 15 horas – Contação de histórias Bicho Lixo, com Cia. Núcleo Fora de Ordem.

A contação de história trata de forma leve e divertida o condumo consciente, a coleta seletiva, a transformação, reutilização e reciclagem de “lixo”, a poluição e o uso sustentável da energia e da água. Atores interagirão com o público e, ao final mostrarão como os fantoches são conduzidos e criados.

Sábado, 21 de janeiro, 17 horas – Contação de histórias: Cadê o parqe que estava aqui?, com Abgail Conta Mais de Mil.

Cadê o parque que estava aqui? fala sobre o prédio de Júlio, em um bairro delicioso, ao lado de um parque com muito verde e área para brincar. Mas um grande empresário constrói uma empresa fedida e barulhenta no lugar do parque.

Domingo, 22 de janeiro, 17 horas – Contação de histórias: Apagaram as luzes! Cruzes!!!, com Abgail Conta Mais de Mil.

Abgail contará a história Apagaram as luzes! Cruzes!!!, sobre Ana Maria, uma garota que estava no carro com sua mãe, quando de repente percebe que todas as luzes do Planeta Terra se apagaram.

Sábado, 28 de janeiro, 17 horas – Oficina de criatividade: Brinquedos com reciclado.

Arte-educador da reciclagem da turma do Zéki vai desenvolver brinquedos com materiais reciclados, que serão enfeitados com materiais diversos, colocados no ateliê de artes para as crianças usarem durante a confecção do brinquedo.

Domingo, 29 de janeiro, 15 horas – Oficina de criatividade: Plantando ideias para um mundo melhor, com Ópera Cômica.

O arte-educador da reciclagem da turma do Zéki desenvolverá uma atividade de reciclagem e plantio. As crianças customizarão um vasinho feito com a parte inferior de uma garrata pet e plantarão mudas de plantas para levarem para casa.

Maiores informações no site: http://www.livrariacultura.com.br/ferias

Spinelli Détachez.

 

Feliz 2012.

O ano de 2011 foi insano. Incrível. Nunca passou pela minha mente escrever num blog, e menos ainda, que um dia seria reconhecida por esse trabalho. Tudo começou num lugar que não existe mais, com uma frase que apagaram, e hoje, cresceu tanto que eu não consigo mais viver sem.

Muitas pessoas passaram por aqui, amigos que considerei e hoje nem falam mais comigo. Pessoas inteligentes, pessoas nem tão inteligentes assim, mas com muita criatividade, espontaneidade, que sempre me surpreendeu e vai me surpreender a cada dia mais. Disso não tenho dúvidas.

Agora, 2012 chegou cheio de novidades, cheio de vida e de vontade de ser e acontecer. E lá estaremos nós. A São Paulo que não quer ser cinza se mostrando sempre mais colorida ao passar dos anos.

Este ano teremos a cobertura completa [assim espero eu], do Verão Revolução 2012. E muitos textos de leitores, para que o blog não perca o foco inicial! Então, eu gostaria de agradecer a todos que fizeram do SPNQSC o que ele é hoje, e que em 2012 joguem muito fermento neste bolo grande. Feliz ano novo!

 

Spinelli Détachez.