Um pouco sobre música…

“Porra, mas… Raimundos não acabou?”

“Não, não acabou porra nenhuma! Os caras ainda mandam muito.”

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Esse diálogo acontece quase todas as vezes que eu conto para alguém a experiência de ter ido ao Kazebre em 18/12/2010, na gravação do DVD Roda Viva. Mas não vou entrar na discussão de qual formação é melhor, quantas rádios tocam Raimundos hoje, etc.

O fato é que Raimundos segue vivo, e vem aí com um novo álbum. Não é de inéditas (álbum esse que aguardo ansiosamente), mas é um trabalho que já mostrou (via prévias no iTunes) que será digno de elogios…

O Raimundos uniu-se a outra banda muito aclamada do Rock nacional, o Ultraje a Rigor, para gravar o disco. O álbum nada mais é do que uma banda tocando as músicas da outra, mas deixando na música a sua marca, seu estilo.

O álbum “O embate do Século: Raimundos x Ultraje a Rigor” tem lançamento previsto para julho, e deve sair em formato físico também, além da venda virtual. A pré venda já rola no iTunes, aqui .

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Track list do álbum:

1-Ultraje a Rigor – Puteiro Em João Pessoa;

2-Ultraje a Rigor – O Pão Da Minha Prima;

3-Ultraje a Rigor – Eu Quero Ver O Oco;

4-Ultraje a Rigor – I Saw You Saying (That You Say That You Saw);

5-Ultraje a Rigor – Me Lambe

6-Ultraje a Rigor – Papeau Nuky doe;

7-Raimundos – Selim.

8-Raimundos – Rebelde Sem Causa;

9-Raimundos – Nós Vamos Invadir Sua Praia;

10-Raimundos – Ciúme

11-Raimundos – Mim Quer Tocar

12-Raimundos – Inútil

13-Raimundos – Eu Gosto De Mulher

14-Raimundos – Nada A Declarar.

                                                                ***

O Fistt se prepara para o lançamento de “Hasta la vista Junior”, novo trabalho da banda de Jundiaí.  Enquanto ele não ocorre, o Fistt vai deixando a nós fãs, com o gostinho de “quero mais”. Lançou um single, “Entre o dia e a Noite”, que você pode ouvir e baixar aqui, e “Todo mundo contra mim”, que pode ser curtida no Tenho mais discos que amigos.

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O Rancore vai lançar seu novo clipe, “Samba” neste sábado, no Hangar 110, em São Paulo. A festa vai contar também com show da banda Medulla. O teaser do clipe está disponível no Youtube.

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Muito Rock a todos.

 

Bruno Rodri

@BrunoRodri_


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Os Guardiões de São Paulo!

Nas minhas aventuras desbravando São Paulo, eu e meu namorado vimos cada coisa. Um dia, estavamos anando pelo Vale do Anhangabaú, quando vimos um homem nú, em um frio de rachar, e ele estava parado.

Chegamos perto e vimos que na verdade, era uma estátua de um homem nú. Achamos muito estranho, pois um homem nú ali no meio do Vale, num frio, enquanto as pessoas passavam, atônitas.

Em outro dia, estavamos um pouco mais abaixo do Vale do Anhangabaú, discutindo sobre a vida, quando eu encostei a cabeça num apoio para o corpo e vi um homem, no alto de um prédio. Igualmente imóvel, ele parecia nos olhar de lá de cima. Olhar para a cidade inteira na verdade.

Nós costumamos almoçar na República e quando saímos de lá, vamos andando pela cidade, e em uma outra noite chegamos até à Praça da São Bento. O engraçado é que ali, haviam muitos dos homens que pareciam “guardar” a cidade. Eles estavam em topos de prédios. Cada prédio possui o seu “guardião”. E assim apelidamos os tais homens nús: “Guardiões de São Paulo“.

Acontece que, na última sexta-feira, 22/06/2012, saímos de onde costumamos almoçar e entramos pelas ruas da cidade. Passamos pelo Viaduto do Chá, e lá estava mais um homem nú. Engraçado é que, haviam outros prédios e lá estavam eles. Dominando a cidade! Mais um guardião a cada lugar que passavamos.

Chegamos próximo ao Centro Cultural Banco do Brasil [CCBB], e adivinhem só. Eu corri, gritando: “Olha, os guardiões!!”. Entramos e nos deparamos com a exposição de Antony Gormley, um artista londrino que era basicamente apaixonado pela essência humana. Suas obras são todas baseadas no homem
e em suas formas.

A ideia é, impactar as pessoas com as suas obras espalhadas pela cidade de São Paulo. Com obras que chamam a atenção do espectador, Gormley consegue segurar o olhar para cada detalhe apresentado em suas esculturas.

A exposição se chama “Corpos Presentes” e teve início em 12 de Maio, e vai ficar no CCBB até 15 de Julho. Contando também com a instalação Event Horizon (Horizonte de Eventos), nunca montada no Brasil. Foram colocados pela cidade de São Paulo 31 esculturas de corpos, em tamanho real.

A entrada é São Paulo Free, e vale muito à pena tentar ver as obras espalhadas pela cidade antes de ir ao local onde a exposição está apresentada. Os horários são de terças à domingo. A exposição está ocupando os três andares do prédio do CCBB, com as obras de corpos humanos, bonecos e fotos.

Mais uma expo que eu vi e faço questão de recomendar!

Sobre o Artista:
Antony Mark David Gormley, nasceu em 30/08/1950, em Londres, Inglaterra. Sua carreira teve início em 1981, onde ele apresentou o próprio corpo em vários tipos de trabalho.

Muitas de suas obras são baseadas em moldes retirados de seu próprio corpo, ou “a experiência mais próxima da matéria que eu nunca vai ter a única parte do mundo material que eu moro no interior “. Seu trabalho tenta tratar o corpo não como um objeto, mas um lugar e em fazer obras que encerram o espaço de um corpo especial, para identificar uma condição comum a todos os seres humanos.

Gormley conquistou o Prêmio Turner em 1994 com o campo para as ilhas britânicas. Mais tarde ele foi citado como tendo dito que estava “envergonhado e culpado por ter vencido. Como é ser um sobrevivente do Holocausto, no momento de ganhar, há um sentido os outros foram diminuídos sei artistas que já foram seriamente bateu fora de seu poleiros através decepção “.

O 2006 Sydney Biennale caracterizado Campo asiático Gormley, uma instalação de 180.000 bonecos de barro pequenas criados por 350 aldeões chineses em cinco dias a partir de 100 toneladas de argila vermelha.

Em 2007, a Horizon Gormley do evento, composto de 31 em tamanho real e moldes anatomicamente corretas de seu corpo, quatro em ferro fundido e 27 em fibra de vidro, foi instalado no topo de edifícios proeminentes junto do London’s South Bank, e mais tarde foi instalado em locais em torno de Madison
New York City Square em 2010.

O crítico Howard Halle disse dele que “Usar a distância e as mudanças de escala de atendimento dentro do próprio tecido da cidade, [Event Horizon] cria uma metáfora para a vida urbana e todas as associações contraditórias – a alienação, a ambição, o anonimato, fama – que implica “.

 

Mais fotos da expo em nossa página no Facebook!

 

Spinelli Détachez.

Porque fingem não me ver?

Em 17/06/2012, eu estava com meu namorado, “desbravando” o centro de São Paulo. Na verdade, gostamos de descer em uma estação qualquer do metrô ou trem, para ver se vemos algum lugar bacana, tanto para comer, quanto para passar a noite, ou fazer alguma coisa para evitar o tédio e ociosidade.

Neste dia, saímos do Largo do Arouche e fomos comer pastel na feira. Depois entramos numa rua aleatória, e saímos na Santa Cecília. Ele comprou um maço de cigarros e lembrou que ficou em grana. Eu já havia dito que teríamos que passar num banco 24h, porque domingo é bem difícil achar uma agência aberta. Perguntamos para um senhor, dono de um bar, onde havia um banco 24 horas e ele apontou uma direção.

Seguimos em frente, porém sem sucesso algum. Não localizamos o lugar, mas a cena que eu vi, me deixou muito abalada. Na R. Gusmões, havia uma “batida” policial. Pessoas sem camisa, e evidentemente embreagadas e drogadas, gritando que são “nóias” e que estavam “loucas”. Mais à frente em outra esquina, haviam mais ou menos umas 50 pessoas, todas usando drogas e bebendo. Olhos perdidos, mente muito esquecida, muitos cachimbos, cigarros, garrafas de bebida.

Acho que nunca tinha visto tantas pessoas juntas, usando drogas. Fomos seguindo pela rua, e mais à frente chegamos à uma praça, onde haviam mais pessoas, falando alto, bebendo e um casal fumando crack. Logo à frente, havia um ponto de ônibus, com pessoas que esperavam seus ônibus para trabalhar
ou ir para casa.

Pessoas bem vestidas, que sequer se abalaram com a cena ao lado. Eu fiquei olhando, e o Marciano e eu discutimos sobre o assunto. Ele falou do governo, dos “benefícios” que o mesmo disponibiliza para o seu povo. Eu fiquei ouvindo e olhando aquela cena terrível.

Fiquei pensando em uma coisa que vi no Facebook, sobre condenados terem o benefício de $900 e poucos reais, por filho diga-se de passagem, e enquanto pessoas tabalhadoras se fodem o mês inteiro, para ganhar um salário mínímo medíocre, que mal paga as dívidas. É só para pôr a mão na consciência, e
parar para pensar e responder à seguinte pergunta: Este país, que quer receber a Copa do Mundo, tem “culhões” para tal feito?

Eu acho que não!

Top 10 Games – Por Bruno Rodri

Olá leitores do SPNQSC!

Após um período de ausência, cá estou eu novamente. E dessa vez, não é pra falar sobre música. Eu, como um jovem de 20 anos, sou fissurados em games. E meu gosto é variado. Curto desde os clássicos, até lançamentos.  Aproveitando a onda da E3 (Feira irada de games que rola em Los Angeles, nos Estados Unidos) e do lançamento do “Diablo III”, que comoveu viciados em todo o mundo, eu vou elaborar um Top 10 dos meus jogos favoritos. Para quem ainda não jogou algum desses, vale a pena experimentar.

 

10 – Super Mario Kart (SNES)

Jogo sensacional, e me cativava nas épocas de vacas magras  (Leia – se: Época de Super Nintendo). Era sempre boa a sensação de soltar um casco e tirar o corno que estava a sua frente.

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9 – Top Gear (SNES)

Outro de corrida, outro do SNES. Esse eu adorava pelo fato de ter que fazer pit stop para reabastecimento, e pelo fato de ter o “nitro”.

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 8 – Street Fighter (SNES, Mega Drive, Playstation, Xbox)

Jogo lindo! E nada daquelas variações como “Street Fighter Alpha, Zero 3, etc.” O bom é o clássico! O resto é encher lingüiça. Mas o mais recente,  que eu tenho para Xbox 360, é muito bom também. Ah, e eu sempre fui fã de Ryu e Ken!

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 7- Mortal Kombat Trilogy (Playstation)

Nesse caso, as primeiras versões, em minha opinião perdem para essa. Não vou falar do MK9, lançado ano passado para PS3 e Xbox, pois esse jogo há pouco tempo. O trilogy para mim é o pica se tratando de Mortal Kombat. Sanguinário como nunca, com TODOS, TODOS os personagens das versões anteriores disponíveis para jogo. E vem com a maior revolução da história (Para quem nunca deu um fatality na raça): O famoso código de fatalities com um único botão. Com esse código, você escolhia como ia destruir o adversário. Belo jogo.

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 6 – Tony Hawk’s Pro Skater 2 (Playstation)

A franquia Tony Hawk’s inteira é foda, mas eu escolhi o 2 por ser o primeiro que eu joguei.  Ah, e claro, tem como desbloquear o Homem Aranha para jogar. E um fator que se destaca muito nos jogos é a trilha sonora. E aí meu amigo, nós amantes do Hardcore nos demos muito bem. Bad Religion, Millencolin, Lagwagon, Rise Against, Rage Against the Machine entre outros. Aliás, muitas bandas que eu virei fã, comecei escutando uma musiquinha no TH.

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5 – Guitar Hero III (PS2)

A franquia Guitar Hero dispensa apresentações. Logo, vou direto ao ponto. Em minha opinião, o terceiro jogo se destaca. Entre a trilha sonora de respeito, escondem- se dois dos maiores guitarristas de todos os tempos: Tom Morello (Rage Against The Machine) e Slash (Guns n’ Roses). Eles são personagens utilizáveis, desde que no modo história, você vença um duelo com cada um deles. Irado!

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 4- Metal Slug (Playstation)

É o único jogo que eu não consigo descrever sobre. Só sei que é diferente de todos os jogos de tiro que eu joguei. Bem confuso, cheio de detalhes na tela. Só o que se dá para fazer é atirar, atirar, atirar. Sempre em frente, torcendo pro tiozinho do Hadouken nos oferecer uma bela munição. Bela pedida.

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3- Sonic (Master System)

Sonic também é um jogo clássico, que dispensa apresentações. Mas a versão do console Master System é bem nostálgico. O jogo vinha na memória do console, logo, enquanto eu não tinha fitas, passava horas me divertindo com Sonic.

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2- Winning Eleven 8 (PS2)

Winning Eleven é SEMPRE uma bela pedida, em qualquer horário. Mas nesse W11 8, destaca-se a evolução dos gráficos e da inteligência artificial dos jogadores. Sem falar que, sentimentalmente falando, esse jogo é uma das minhas maiores recordações.

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1 – Super Mario World (SNES)

E o clássico máster da minha lista é ele… o bigodinho mais querido do mundo: Mario.

Sei que muitas pessoas acham que o Super Mario Bros é o melhor jogo da série. Mas na minha opinião, Super Mario World é melhor. Fases com desafios, castelos, chefes a se derrubar, Yoshis a se libertar, aquelas tartarugas chatas, onde sempre se deixa alguma vida… Enfim. Joguei pela primeira vez aos 4 anos. Estou com 20, e ainda não paro de jogar. Viciante. Meu jogo favorito.

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Sei que deixei alguns jogos que fizeram sucesso de fora…  Metal Gear, Donkey Kong, Zelda, Bomberman, Fifa Soccer… Mas esses 10 jogos realmente me marcaram.

 

Qual jogo você colocaria na lista?

 

Bruno Rodri

@Brunorodri_

Parada do Orgulho Gay 2012.

E acontece neste domingo, 10/06/2012 a 16ª edição da Parada Gay, em São Paulo. A Av. Paulista recebe um evento gigantesco, que vai trazer muitas atrações e também a reivindicação pela aprovação do PLC 122 (Projeto de lei por um Brasil sem Homofobia) e a distribuição de um kit anti-homofobia nas escolas.

A Parada é o segundo maior evento que São Paulo recebe anualmente, perdendo apenas para a Fórmula 1, e este ano vai ser regada à chuva e frio, pois a tendência é o tempo fechar no céu da cidade que não quer ser cinza.

Mas, como é de se imaginar, o evento vai trazer muito calor humano, e muita descontração e alegria. O trajeto se inicia na Rua Consolação, às 12h, e segue até a Praça Roosevelt, que recebe às 19h o último trio elétrico.

Este ano o tema será: “Homofobia tem cura: educação e criminalização! – Preconceito e exclusão, fora de cogitação!”. Ano passado, 4 milhões de pessoas passaram pelas ruas de São Paulo e este ano o evento promete e aguarda os turistas para a festa.

Apesar do frio e da chuva, vale a pena curtir o evento, com paz e amor, pois afinal, é um direito de todos. Sendo assim, fica o convite. Compareçam e façam a festa.

 

Spinelli Détachez.