São Paulo Multicolor.

Acontece no próximo 2 de Junho a 17ª edição da Parada Gay em São Paulo. Desde ontem, está rolando a divulgação pelo Jornal do Ônibus, com todas as informações sobre o evento que acontece na Av. Paulista e tem previsão de inicio às 12h. O tema deste ano é ”Para o armário, nunca mais! União e Conscientização na luta contra homofobia”.

Parada Gay 2013.

Parada Gay 2013.

Visitando o site da Parada na internet, vi muitas coisas interessantes, entre elas um “benefício” oferecido pela Assossiação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo. É um cartão intitulado “Cartão Rainbow”, que oferece descontos em restaurantes, cabeleireiros e até academias. Vale  a pena conferir no site. Vou colocar todos os links ao final da matéria.

E falando um pouco de cinema, estréia amanhã o filme baseado na música homonima de Renato Russo, “Faroeste Cabloco”. O filme conta a história de João, um homem negro que sai de casa em busca de uma vida melhor, mas se depara com a vida e com o amor. Vale muito a pena ver o filme, pois o trailer deixa aquele gostinho de quero mais. E eu vi o filme “Somos Tão Jovens”, que conta a história de Renato Russo, ou parte dela, pois deixa de fora o que aconteceu depois do boom Legião Urbana e a doença de Renato.

Faroeste Cabloco

Faroeste Cabloco

Elenco: Fabricio Boliveira como João, Isis Valverde como Maria Lucia , Felipe Abib como Jemerias e César Troncoso como Pablo.

Segue abaixo os links para conferir maiores informações sobre as duas atrações que falei aqui.

APOGLBT: http://www.paradasp.org.br/home/2013/05.html

Cartão Rainbow: http://www.saiadoarmario.com.br/cartao_rainbow.aspx

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=4azYkNkPtJg

 

Logo menos em #SPNQSC:

Entrevista com Ratos de Porão.

Ratos de Porão

Ratos de Porão

Um edital sobre o encontro na Biblioteca de São Paulo com Marcelo Rubens Paiva.

Marcelo Rubens Paiva

Marcelo Rubens Paiva

Entrevista com Polara.

Polara

Polara

Fiquem atentos.

 

Spinelli Détachez.

Cuidado com “vertigem*”.

Por @caio_io

Hoje não venho aqui só como entrevistador do São Paulo Não Quer Ser Cinza, mas também como fã incondicional desta banda. Hoje estou aqui para fazer algumas perguntas para nada mais, nada menos que o Colligere. Banda formada em Curitiba/PR em meados de 2000, por amigos que além de tocar, queriam mostrar o descontentamento e a vontade de ter algo diferente da realidade presente, convencionada ou construída, é o que impulsiona as pessoas a tomar decisıes que podem mudar suas vidas. A sensação de que pode ser melhor, o momento em que quebramos a tela de vidro da apatia, que separa o que somos e fazemos daquilo que poderíamos, a certeza de que agora é melhor e diferente do que passou. Tem como principais CDs: Sobre Determinação e Desespero, A Split com o Faded Grey, Incerto e Palavra. Atualmente a banda está em hiato, mas todos os fãs esperam por uma reunião surpresa.

Colligere

Colligere

SPNQSC: Quando vocês montaram o Colligere, qual era o intuito principal como banda? Pois pelo menos no meu ver, o Colligere é uma banda diferenciada. As letras são poéticas, as melodias são cativantes e o público adora tudo isso.

Rodrigo: A gente é um balaio de gato. Quando a banda começou (1999-2000) a ideia era tocar como algumas bandas gringas que a gente gostava na época, tipo Battery, Bane e By The Grace of God. O “Sobre determinação e desespero” é isso. Com letras mais políticas, inspiradas no Nations of Fire e no situacionismo, que estavam na moda. No split com o Faded Grey (2002) a gente encontrou uma bifurcação que levava, de um lado, para o hardcore melódico (Dag Nasty, Turning Point, Dead Fish e Garage Fuzz) e, de outro, para o Iron Maiden. As letras ficam mais “poéticas”, como você diz, mas ainda tem um pouco de política.

No “Incerto” (2003), a bifurcação virou uma encruzilhada. Foi aí que entrou a influência do Shai Hulud, por exemplo, mas também do At the Drive In. A gente queria se permitir tudo o que gostava, qualquer coisa, e aí foi a maior loucura. Se você pegar as versões de ensaio dessas músicas, tem umas partes completamente absurdas. Felizmente a gente cortou muita coisa e mudou as músicas antes de gravar. Mas ainda tem muita mistura. Como disse um amigo quando escutou o disco, é como se você estivesse andando na rua e de repente caísse um elefante. Não faz muito sentido. Algumas letras ainda são políticas e tem aquele texto no final, que segue a ideia de disco-manifesto, típico de bandas como Refused e das coisas da Crimethinc. Ali também a gente começa a fazer colagens nas letras, mais uma influência do Guy Debord e dos situacionistas.

Finalmente, o “Palavra” (2007), que é musicalmente mais bem comportado e maduro, na minha opinião. Ao mesmo tempo em que volta um pouco para o começo da banda. Mas as letras já não tem quase nada de política. Eu realmente não sabia mais o que dizer e acabei falando sobre isso.

SPNQSC: Como vocês vêem o Colligere após o término da banda, pois como vocês mesmo dizem na página no facebook (https://www.facebook.com/colligere), a banda não teve um show final. Quer dizer que, os fãs ainda podem esperar mais shows surpresas? Pelo que vejo atualmente, os integrantes estão fazendo outras coisas. Existe a possibilidade de o Colligere entrar em estádio e fazer novas músicas e com isto, lançar um novo cd?

R: A gente anda tocando uma ou duas vezes por ano, mais para se reunir e não esquecer. É praticamente a única oportunidade que eu tenho pra ver os caras e dar umas risadas. O Brunno e o Douglas ainda se encontram porque tocam no Beyond Frequency. O Gabriel e o Brunno porque são irmãos. Mas o Tuzi está em São Paulo com o Sabonetes e eu não tenho tido muito contato com o pessoal. É claro que quando a gente se reúne dá vontade de tocar mais vezes, gravar alguma coisa nova e tal. A energia dos shows e o jeito que o pessoal recebe cada anúncio de show empolga demais. Mas é muito difícil que isso aconteça.

Propagandhi

Propagandhi

SPNQSC: Vocês já tocaram com muitas bandas da cena, sejam elas nacionais ou internacionais. Existe alguma banda que vocês não tocaram que gostariam de dividir palco em alguma reunião de vocês?

R: Boa pergunta! Pra mim, tocar com o Bane e com o Propagandhi foi o mais legal até agora. Duas bandas que eu vou sempre escutar. O Catharsis também, na época, foi demais! Começar a dividir o palco com o Garage Fuzz, Dead Fish e Noção de Nada também foi um negócio que eu não esqueço. Hoje, eu queria estar no line-up do Ieper Fest, com O Inimigo. Tocar com o Shai Hulud também seria legal. Mas hoje eu tenho mais vontade de ver shows do que de tocar. Mesmo assim não vi nenhum show em 2013…

SPNQSC: O vocalista Rodrigo Ponce que compôs as letras. Sabemos bem que ele é professor de filosofia. Como é escrever letras que soam como gritos de revolta, injúrias, lamentos, vontade de ser mais e outra porrada de sentimentos controversos. E depois passar tudo isto para banda e chegar até os fãs? Você acha mais fácil compor letras para o Colligere, somente escrever ou é indiferente?

R: É diferente. Mas eu demorei para entender que escrever uma letra exige uma poética e uma preocupação com a sonoridade das palavras, mais do que um argumento. No começo eu escrevia textos e depois tentava encaixar nas músicas. Então cortava pedaços do texto, mutilando os argumentos. Porque o argumento está em função da música. É ela o que importa. Uma boa letra é aquela que consegue soar bem e ainda dizer alguma coisa.

É claro que um texto também precisa soar bem. Mas então é a sonoridade que está em função do argumento. Você escolhe as palavras que vão

mostrar melhor o que você quer dizer, tanto pelo seu sentido quando pela facilidade (ou dificuldade) da pronúncia, pela aspereza ou doçura que ela carrega, pela associação com outras palavras.

Mas a música pode conduzir suas palavras para outro lugar. Ela pode querer dizer outra coisa. Isso aconteceu muitas vezes comigo, no Colligere. Eu queria escrever sobre uma coisa e saiu outra. O texto também pode sair imprevisto e é melhor se isso acontecer, porque você descobre coisas no caminho. Mas, nesse caso, não é o som das palavras que conduz. É o sentido delas. As novidades que aparecem quando elas se reúnem. O argumento pode mudar, mas o que está em questão ainda é o argumento. Na música não.

Hoje eu prefiro escrever um texto de filosofia. Sem dúvida. Principalmente porque eu não sou e nunca fui músico.

SPNQSC: Existem músicas que vocês fizeram que nunca tenham sido lançadas? Pois, o fim da banda ocorreu de uma forma meio que inesperada. Vocês iam fazer alguns shows com o Comeback Kid em SP e Curitiba, ai veio a lamentável notícia do término do Colligere. E que vocês decidiram cancelar o show de SP e fazer o último show em casa.

R: Não tem nenhuma música escondida ou que ficou sem gravar, infelizmente. Se tivesse, acho que a gente já teria gravado.

SPNQSC: Eu fui ao show reunião de vocês, no Inferno Club (SP), no dia 8 de maio de 2011. E quando vi vocês subindo ao palco fiquei me questionando: “Caralho pensei que nunca mais iria vê-los”. E o show foi realmente absurdo, sem palavras para o que aconteceu aquele dia. Foi um dos shows que mais marcaram minha vida. E no ano passado vocês fizeram mais alguns shows, no Rio de janeiro, Natal, João Pessoa. Qual foi o motivo do cancelamento dos três shows do Colligere em SP (Centro, São Bernardo do Campo e Santos)? E vocês têm algum plano para reunião em 2013?

Caio no canto direito acima na foto. Rodrigo no palco.

Caio no canto direito acima na foto. Rodrigo no palco.

R: O motivo do cancelamento foi o que acontece muitas vezes no hardcore e que enche o saco. A pessoa começa a organizar um negócio muito grande e aí não dá conta, cancela e fode tudo. Ou pior, leva a banda até lá e não paga. O que, felizmente, não aconteceu.

SPNQSC: Bom, eu realmente queria agradecer o espaço que vocês concederam ao SPNQSC. Sei que vocês andam muito ocupados com outros assuntos, mas eu fico grato de verdade. Espero que vocês façam mais reuniões e quem sabe não retornem aos palcos (?), para a alegria de todos os fãs de Colligere. Deixem um recado para o pessoal do Blog.

R: Não esqueça de onde você veio. Não esqueça suas raízes.

 

*Trocadilho do título fazendo alusão à música favoria do Caio.

 

Editado por Spinelli Détachez.

“Vai veno”.

Depois da lástima da Virada Cultural, São Paulo recebe a Virada Paulista que geralmente ocorre em cidades do interior de São Paulo. Segue programação do que vai rolar este ano por todo o estado de São Paulo.

Americana:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Chico Lebholtz

21h30 – Os Sertões

23h00 – Tulipa Ruiz

00h30 – Wax Taylor (França)

DOMINGO – 26/5

15h30 – Vítor Araújo

17h00 – Felipe Cordeiro

18h30 – Clube do Balanço

 

Araçatuba:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Vollatille Luz

21h30 – Luiza Possi

23h00 – Negra Li

00h30 – The Amy Lives Project (Inglaterra)

DOMINGO – 26/5

15h30 – 5 a Seco

17h00 – Marcelo Jeneci

18h30 – Almir Sater

Tulipa Ruiz

Tulipa Ruiz

Araraquara:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Ad Ferreira

21h30 – Thaïs Morell

23h00 – Os Opalas

00h30 – Muchachito Bombo Infierno (Espanha)

DOMINGO – 26/5

15h30 – Azimuth e Hyldon

17h00 – Banda Uó

18h30 – Gaby Amarantos

 

Assis:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Samuca Amaral

21h30 – Fabiana Cozza

23h00 – 5 a Seco

00h30 – Otto

DOMINGO – 26/5

15h30 – Nuno Mindelis

17h00 – Os Opalas

18h30 – Los Tres (Chile)

 

Barretos:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Rodrigo Isaias

21h30 –Zambujo (Portugal)

23h00 – Curumin

00h30 – Criolo

DOMINGO – 26/5

15h30 – Roda de Choro

17h00 – Vanguart

18h30 – Titãs

Almir Sater

Almir Sater

Bauru:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Ricardo Venturini

21h30 – Tokio Savannah

23h00 – Bluebel e Black Tie

00h30 – Pitty e Martin (Projeto Agridoce)

DOMINGO – 26/5

15h30 – Lirinha

17h00 – Metá Metá

18h30 – Dena (Bulgária/Alemanha)

 

Botucatu:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Pedro Cerqueira

21h30 – Ariana Delawari (EUA)

23h00 – Metá Metá

00h30 – Almir Sater

DOMINGO – 26/5

15h30 – Rodrigo Velozzo

17h00 – O Terno

18h30 – Tulipa Ruiz

 

Campinas:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Azeitona

21h30 – Vitor Araújo

23h00 – Felipe Cordeiro

00h30 – Monsieur Periné (Colômbia)

DOMINGO – 26/5

15h30 – Os Sertões

17h00 – Karina Spinelli

18h30 – Renato Teixeira

Banda Uó

Banda Uó

Caraguatatuba:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Rafael Borges

23h00 – Copacabana Clube

00h30 – Arnaldo Antunes

DOMINGO – 26/5

15h30 – Damas do Samba

17h00 – Izzy Gordon

18h30 – Monsieur Periné (Colômbia)

 

Indaiatuba:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Ian Nunes

21h30 – Andreia Dias

23h00 – Siba

00h30 – Au Revoir Simone (EUA)

DOMINGO – 26/5

15h30 – Ricardo Herz Trio

17h00 – China

18h30 – Raimundos

 

Franca:

SÁBADO – 25/5

19h00 – AJ André Pollak

21h30 – Roda de Choro

23h00 – Vanguart

00h30 – Titãs

DOMINGO – 26/5

15h30 – António Zambujo (Portugal)

17h00 – Curumin

18h30 – Criolo

Os Opalas

Marília:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Felipe Luz

21h30 – Nuno Mindelis

23h00 – Bonsucesso Samba Club

00h30 – Emicida

DOMINGO – 26/5

15h30 – Filipe Catto

17h00 – Anelis Assumpção

18h30 – Brendan Benson (EUA)

 

Mogi das Cruzes:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Craca

21h30 – Duofel

23h00 – Ludov

00h30 – Zalon Thompson (Inglaterra)

DOMINGO – 26/5

15h30 – Dona Ivone Lara

17h00 – Garotas Suecas

18h30 – Mombojó

 

Mogi Mirim:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Pita Uchoa

21h30 – Lirinha

23h00 – Holger

00h30 – Dena (Bulgária/Alemanha)

DOMINGO – 26/5

17h00 – Banda Eddie

18h30 – Marcelo D2

Criolo

Criolo

Mogi Guaçu:

SÁBADO – 25/5

21h00 – Thiago Petit

DOMINGO – 26/5

16h00 – Ariana Delawari (EUA)

 

Piracicaba:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Ricardo Don

21h30 – Lucas Santtana

23h00 – China

00h30 – Ultraje a Rigor

DOMINGO – 26/5

15h30 – Jair Rodrigues

17h00 – Sabonetes

18h30 – Muchachito Bombo Infierno (Espanha)

 

Presidente Prudente:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Lia Macedo

21h30 – Nasi

23h00 – Anelis Assumpção

00h30 – Brendan Benson (EUA)

DOMINGO – 26/5

15h30 – Fabiana Cozza

17h00 – Bonsucesso Samba Club

18h30 – Emicida

Projeto Agridoce

Projeto Agridoce

Registro:

SÁBADO – 25/5

21h30 – Rhaissa Bittar

23h00 – Banda do Amor

00h30 – Barcelona Sessions (Espanha/Brasil)

DOMINGO – 26/5

17h00 – Memórias de um caramujo

18h30 – Afro Bombas

 

Santa Bárbara do Oeste:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Denilson Azevedo

21h30 – Rodrigo Velozzo

23h00 – Carpet Flowers

00h30 – Mombojó

DOMINGO – 26/5

15h30 – Thaïs Morel

17h00 – Holger

18h30 – Au Revoir Simone (EUA)

 

Santos:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Fabio Jota

21h30 – Jair Rodrigues

23h00 – Virgínia Rosa

00h30 – Renato Teixeira

DOMINGO – 26/5

15h30 – Silva

17h00 – Zalon Thompson (Inglaterra)

18h30 – Arnaldo Antunes

Metá Metá

Metá Metá

São Carlos:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Mauricio Lima

21h30 – Sabonetes

23h00 – Garotas Suecas

00h30 – The Platters (EUA)

DOMINGO – 26/5

15h30 – Thiago Petit

17h00 – Chimpanzé

18h30 – Lobão

 

São João da Boa Vista:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Rodrigo F. Bento

21h30 – Azimuth e Hyldon

23h00 – Karina Spinelli

00h30 – Gal Costa

DOMINGO – 26/5

15h30 – Tokio Savannah

17h00 – Bluebell & Black Tie

18h30 – Shirley King (EUA)

 

São José do Rio Preto:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Fred Lima

21h30 – Filipe Catto

23h00 – Banda Uó

00h30 – Gaby Amarantos

DOMINGO – 26/5

15h30 – Nasi

17h00 – Negra Li

18h30 – The Amy Lives Project (Inglaterra)

Karen Spinelli

Karen Spinelli

São José dos Campos:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Paulão

21h30 – Silva

23h00 – Banda Eddie

00h30 – Marcelo D2

DOMINGO – 26/5

15h30 – Lucas Santtana

17h00 – Siba

18h30 – Big Sam’s Funky Nation (EUA)

 

Sorocaba:

SÁBADO – 25/5

19h00 – DJ Trovão

21h30 – Ricardo Herz Trio

23h00 – Luê Soares

00h30 – Clube do Balanço

DOMINGO – 26/5

15h30 – Andreia Dias

17h00 – Cobacabana Club

18h30 – Barcelona Sessions (Espanha/Brasil)

Arnaldo Antunes

Arnaldo Antunes

Feira Bimestral de troca e compra de vinis rola na Augusta para quem quer comprar e trocar vinis, itens raros. Esse mês a feira vai rolar no dia 25/05. Ressaltando que o público pode levar até 50 lps para troca e compra. Além dos discos de vinil, é possível comprar também vitrolas e toca-discos.

Local: Beco 203, das 11h às 20h.

 

Spinelli Détachez.

Virada Cultural 2013 e mais.

Já está se aproximando a data do final de semana da Virada Cultural, que vai acontecer dias 18 e 19 de Maio em toda São Paulo.

Virada Cultural 2013

Virada Cultural 2013

Com muita inovação, a Virada deste ano traz comida barata nas ruas, Sarau da Cooperifa e muito mais. A programação completa pode ser vista no site oficial.

Pegando o ganho cultural da Virada, os museus de São Paulo abrem suas portas na faixa aos sábados. Pena que é só no mês de Maio.

 

Museu da Língua Portuguesa.

Museu da Língua Portuguesa.

Os museus que integram a programação: Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida, Catavento, Museu Afro Brasil, Museu de Arte Sacra, Memorial da Resistência, Museu da Casa Brasileira, Museu da Imagem e do Som, Museu do Futebol, Museu da Língua Portuguesa, Paço das Artes, Pinacoteca e Estação Pinacoteca. No interior: Museu Felícia Leiner, em Campos do Jordão; Museu do Café, em Santos; Museu Índia Vanuíre, em Tupã; e Museu Casa de Portinari, em Brodowski.

Ainda falando em cultura, a Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura, aproveita a Semana Nacional de Museus, que começa hoje, para abrir as portas da emissora para o público. A mostra Cultura Também é Museu reúne quatro exposições que contam parte da história do canal, em cartaz até quinta.

Roda Viva: O Mundo Passa Por Aqui exibe charges do cartunista paulista Paulo Caruso, que faz registros em desenho de momentos do programa semanal.

Infância Também é Memória é voltada para as produções infantis, como “Castelo Rá-Tim-Bum”, e mostra um acervo de bonecos, figurinos, elementos cenográficos e outros materiais.

TV Cultura.

TV Cultura.

Na exposição Backstage, o público pode ver o que não conhece pela televisão. Ficam expostas câmeras antigas, maquetes de programas, plantas de cenário e outros objetos que fazem parte do setor de produção.

O aniversário de 5 anos do programa “Manos e Minas” também é comemorado no evento. Fica em cartaz uma mostra de grafites produzidos no palco da atração comandada por Max B.O.

Além das exposições, o visitante pode conhecer as obras de arte que integram o acervo da Fundação, e diversas áreas da emissora. Podem ser acessadas as redações, os estúdios, o prédio administrativo e as salas de controle de exibição.

As visitas podem ser feitas em dois horários, com duração de duas horas, com vagas limitadas.

A 11ª Semana Nacional de Museus visa mobilizar a programação de museus brasileiros em torno de um mesmo tema, que neste ano é museus (memória + criatividade) = mudança social.

 

Créditos desta matéria:

Jornal Destak – http://www.destakjornal.com.br .

Agência Brasil.

Catraca Livre – www.catracalivre.com.br .

Links para visitar:

www.culturasp.gov.br

http://viradacultural.prefeitura.sp.gov.br/

 

Spinelli Détachez.