Ressaca – Machado de Assis

Por @Detachez

Machado de Assis foi um grande escritor da literatura brasileira que trouxe consigo uma forma única de escrita que perdura até hoje. No vídeo vemos uma técnica que, até então, não era considerada como técnica e com o passar dos anos, tornou-se uma forma de crítica, sem parecer ofensiva, mesmo falando sobre assuntos polêmicos.

A crônica, que vem da palavra grega “chronos”, significa tempo, é uma narrativa história que expõe fatos em ordem cronológica. Hoje em dia, é muito usada em revistas e jornais impressos, escrita de forma curta e geralmente na mesma sessão, pelo mesmo autor, relatando assuntos cotidianos.

O vídeo em questão nos mostra como a crônica ganhou espaço, a partir da literatura, vinda inicialmente por Machado, ganhando conotação jornalística, humorística, histórica e muito mais. Geralmente marcada pelo uso da palavra “crônica”, os textos que relatam em ordem cronológica algum acontecimento são de fácil leitura, pela facilidade da ordem dos fatos.

No vídeo vemos como Machado tornou-se uma referência absoluta na questão do uso da crônica e como os autores brasileiros que o seguiram o fizeram de forma a quebrar o tabu do uso dela, como gênero literário e jornalístico. A origem deste gênero veio da França, mas se consolidou aqui no Brasil de forma bem receptiva.

Ana Miranda, escritora que aparece no vídeo, fala sobre a diagramação do formato do jornal, com muito texto e poucas imagens, onde aos domingos, o “folhetinista” escrevia algo comentando sobre os acontecimentos da semana. Após José de Alencar e Machado de Assis, o gênero “crônico” tornou-se forte ao longo dos anos, mostrando a força do uso da crônica, tanto que, começou a se estudar sobre, a formar uma pessoa para escrever daquela forma, chamando-o posteriormente de “cronista” e escrevendo livros sobre o tema.

Davi Arrigucci Jr, crítico literário comenta o fato de Machado ter tino para escrever sobre o cotidiano de forma a “tirar os valores morais dos acontecimentos insípidos”, sem nenhum tipo de atrativo, fazendo com que os fatos em geral pareçam realmente um acontecimento histórico, mesmo que seja o simples fechar de uma porta. Arriguci ainda cita a crônica como uma forma incrível de registrar o cotidiano brasileiro, o dia a dia das pessoas como um método de deixar marcado de forma única, não só jornalisticamente falando, mas pondo em evidência a literatura que o cotidiano pode proporcionar.

“Os cronistas modernos bebem e comem Machado de Assis”, foi o que disse Zuenir Ventura, escritor, exatamente pela versatilidade da referência de Machado na questão de começar a utilizar esse gênero. E apesar de falar que a crônica não pode ser solene, ele incita a ideia de sentimento, porque as pessoas tendem a expressar o que sentem quando relatam algo sobre o dia a dia, por exemplo. Moacyr Scliar, escrito, também comenta o uso da crônica, ressaltando a importância da narração dos fatos que, mesmo que não tenham importância factual, tem alguma importância emocional, fazendo valer a pena seu uso.

A professora de literatura da Universidade de São Paulo (USP), Salete Almeida Cara, fala sobre a crônica citando algo parecido com Scliar, onde ela cita a importância do registro cotidiano e da facilidade do uso deste gênero para descrever e registrar algum momento.

O jornalista Daniel Piza já comenta a importância da ligação entre o uso literário da crônica adotado por Machado e como isso impacta diretamente no jornalismo, deixando claro que um dialoga intensamente com o outro. Fica claro como a importância do entendimento da crônica leva com que os outros gêneros tenham fácil entendimento, pois a possibilidade de falar sobre a realidade de forma que, o cotidiano não pareça simplesmente um acontecimento comum atinge diretamente o leitor e o escritor, no conjunto da obra, no sentido de emissor, mensagem e receptor.

John Gledosn, crítico literário, reforça a ideia da liberdade do poder de escrita de Machado, fazendo mais uma vez a alusão à importância do fato de registro que a crônica tem por si só.

Outro ponto importante deste vídeo é o uso da crônica para registrar a evolução tecnológica a partir da narrativa sobre o surgimento de carros e bondes elétricos. Como isso afeta diretamente o ser humano em seu cotidiano, em seu dia a dia, todos os dias, sem exceção. Além de comentarem sobre o método usado por Machado para falar dos assuntos polêmicos de forma leve, e dos assuntos sem importância significativa de forma grave, formando dentro da crônica gêneros únicos, como citei anteriormente, a crônica humorística.

A referência é um fator decisivo dentro de qualquer escritor, pois faz com que, ao passar dos anos, aquilo que se aprendeu não se perca. Claro que, a diferença é a forma única de cada um escrever, visto que, antes de Machado, outros foram estudados, e através deles, foi se criando o gênero que marcou a forma de escrita de Machado. Até que se tornasse um gênero único, Machado passou por muito estudo e desenvolvimento, para que, no final da jornada, pudesse mostrar como se tornou o mestre da crônica literária, que abriu um leque de novas possibilidades, podendo ser usada também no jornalismo.

A crônica não é usada somente para falar do cotidiano que envolve fatos de pequena importância. Podemos utiliza-la para relatar assuntos políticos, tanto de forma simples ou fortemente crítica, quanto de forma humorística e sarcástica, o que no vídeo nos faz lembrar sempre a ligação literária ao jornalismo, ligando mais uma vez o fato de que, registrar os acontecimentos de forma poética, por assim dizer, para manter viva a necessidade jornalística na vida do ser humano.

Todos os participantes do vídeo se juntam ao final para falar sobre Machado de Assis e sua genialidade, em meio à sua própria solidão, sabedoria e principalmente, capacidade de usar a escrita para expor, como citei por várias vezes, a importância de registro dos acontecimentos na vida do homem, que, assim como citado no vídeo, passou para nossa geração o questionamento eterno sobre a evolução e atualidade de acontecimentos antigos, que perduram até hoje.

Texto: Fernanda Saraiva.
Acesse AQUI para ver o vídeo comentado.

Leitores Recomendam – Quincas Berro D’Água!

Por Carol Diaz

Texto publicado inicialmente no blog da Carol.

Entre os botequins da Bahia viveu Quincas Berro D’água, homem de muitas mortes. Antes da vida boêmia a qual vivia, regada a noites sem fim, era Joaquim Soares da Cunha. Homem respeitado, pai de família, porém a morte de Joaquim é apenas a primeira, de muitas a seguir.
Jorge Amado nos apresenta, talvez, a real face do brasileiro, que luta e trabalha, não para se auto satisfazer, mas sim, honrar com seu compromisso como provedor de renda, exemplo a seus filhos e respeitado pela sociedade. E é na obra A morte a morte de Quincas Berro D’água, que notamos essa vertente, pois, enfrentar a morte é um desafio e enfrenta-la três vezes é ainda maior.

O apelo da leitura não esta em questões póstumas, mas sim, em criticas indiretas a instituição familiar, o senso comum e a visão da sociedade.
Joaquim Soares da Cunha ou Quincas Berro D’água como queira chamar, morre aos poucos, e a cada morte um elo é rompido. A cada morte um pedaço de Joaquim/Quincas é estilhaçado.

A obra de divide em três momentos, como mencionei no começo da resenha. Contudo, não comentarei sobre essas divisões. Pois, assim como nossa principal obra realista, As memórias póstumas de Brás Cubas, a história apresentada por Jorge Amado, também possui o apelo de passado, com esclarecimentos e possíveis arrependimentos. Entretanto, diferente de Machado, Jorge lança uma proposta modernista, com características e espaço totalmente brasileiros, além do bom humor.

O leitor repensara os motivos de valorizar tanto a questão do ”ter ao invés do ser”.
“– Me enterro como entender / na hora que resolver. / Podem guardar seu caixão / pra melhor ocasião. /Não vou deixar me prender / em cova rasa no chão”.

Terminará a leitura com um gostinho de Bahia (:

Texto: Carolina Diaz
Foto: Reprodução.

Clube da Cultura – Cronografia: Uma trajetória em fotos.

Por Lucas Silva

Excepcionalmente esta semana, a coluna Clube da Cultura sairá no sábado por motivos pessoais da programadora dos textos, Fernanda Saraiva.

Se não contarmos o Agridoce, há mais ou menos três anos que Pitty e sua banda não davam as caras na mídia. Nada de shows, músicas, entrevistas, da própria Pitty não se ouvia falar mais, até que esse ano ela de surpresa surge com um single e clipe, álbum de inéditas completo, uma turnê, nova formação na banda e com “ainda três vidas pra gastar” e desde então a cantora está em extrema ativa, a turnê segue de vento em popa, entrevistas nos mais diversos meios e programas (rolou participação até na edição desse domingo no “Esquenta” da Regina Casé), e profissionalmente segue com suas inovações e surpresas para os admiradores dela, a última foi o lançamento de um livro sobre sua carreira, mas apresentada em fotos, o livro é o ‘Cronografia’ e é dele que falo hoje.

“Cronografia: Uma trajetória em fotos” chegou semana passada às livrarias e busca trazer em suas 160 páginas um apanhado geral de toda a carreira musical de Pitty, a infância na Bahia e os primeiros contatos com a música, a adolescência e a identificação com o Rock, as primeiras bandas até a vinda pro Sudeste e o começo da carreira solo vindo até os dias de hoje e passando pelo Agridoce.
“Cronografia” conta com nove capítulos: Prefácio; Gênese; Inkoma; Shes; Pitty; Agridoce; Clipes; Backstage e Show. Com a simplicidade até nos títulos a premissa do livro é clara, é tudo orgânico, simples, até caseiro (no sentido de pessoal, acolhedor) como a própria disse em uma entrevista o objetivo é que a pessoa se sinta vendo um álbum de fotos, daqueles que temos em casa, e entre no clima de nostalgia que eles nos proporciona. E Pitty conseguiu isso, o livro se baseia estritamente nas fotos e conta com pequenos textos apenas nas introduções dos capítulos e legendando as fotos.

Ser fã da Pitty, no sentido estrito da palavra, é bem difícil. Uma vez que espera-se que o fã saiba de tudo sobre o artista, o acompanhe por aí e mais uma lista de coisas absurdas, Pitty nos leva pelo caminho contrário, ela preza muito por sua privacidade e já deixou claro diversas vezes que o estrelato lhe é uma condição estranha, portanto é complicado conhecê-lá, é sempre uma coisa por vez, uma informação a mais encontrada em uma entrevista; e nesse livro temos pela primeira vez uma abertura maior vindo diretamente dela, mas não se engane também, é uma trajetória de sua carreira, e apenas dela, o desavisado que for atrás de questões mais pessoais terá uma grande decepção. E no todo concordo, uma vez que admiramos o artista o que nos interessa é justamente o que o fez artista, o pessoal é uma coisa totalmente diferente.
As fotos tem as mais distintas origens, são de arquivo pessoal, amigos, fotógrafos, fotos de divulgação; um apanhado de tudo em busca de um registro fiel de uma trajetória de grande sucesso. Algo que sempre admirei na Pitty foi a constante evolução que ela vive, o próximo passo dela é sempre melhor que o anterior, ela sempre melhora algo e o que fica evidente ao olhar as fotos é como isso também se aplica à sua beleza, como ela mesma já disse em uma de suas músicas “Hoje aos 30 é melhor que aos 18…” e sobre isso só temos a concordar, o tempo definitivamente só faz bem a essa mulher, e ela só faz bem pra gente.
Em geral esse livro é mais um presente oferecido por ela para aqueles que a admiram, a chance de se sentir mais perto do artista e de conhecer o “Lado B” da carreira, o que veio antes do sucesso e o que o levou a ele. Fã é sempre suspeito pra falar, mas de todo modo, o livro é um trabalho primoroso de estética incrível, formato 25x23cm capa dura e acabamento em brochura, para algo que você percebe carinho e dedicação em cada página.
“Cronografia: Uma trajetória em fotos” já está a venda nas principais livrarias e tem um preço de lançamento de R$64,90 (mas você acha em promoções já por um pouquinho mais de R$50,00 😉 )

Texto: Lucas Silva.
Foto: Reprodução.

Tá Na Moda – Livraria Paraíso

Por @Fernanda__Tozzi

O post de hoje é sobre um dos meus lugares preferidos de toda São Paulo (sei que sempre falo isso, mas esse é de coração). Essa livraria está localizado no shopping Jk Iguatemi e possui um ambiente super agradável. Com centenas de opções de livro e a opção de sentar em um dos mega sofás que dão vista para os magníficos prédios da capital paulista, você passa horas em um lugar maravilhoso tomando um bom café e curtindo uma das vistas mais bacanas que já vi.

Sou completamente apaixonada por vistas, e se possível moraria em um prédio no andar mais alto só para ter a vista mais plena. Acho que o que a Livraria da Vila no JK oferece é coisa de outra realidade, coisa de filme americano e este é o diferencial. Realmente acho que compensa pagar mais caro nas coisas se elas te oferecem um serviço de melhor qualidade e te deixam em paz.

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Foto: Google. Pensa que delicia ler um livro em um por do sol ai?!

E gente, não me venham com esse de que porque é JK Iguatemi é tudo mais caro… SIM é mais caro mesmo, mas em todo lugar tem MC Donald’s e nenhum lugar tem essa vista.

Enfim, estava ansiosa para mostrar essa livraria para vocês. O JK Iguatemi fica localizado Av. Juscelino Kubitschek, 2041  (11) 5180-4790. É isso gente, quem ir lá me conta o que achou desse lugar cinematográfico.

Texto: Fernanda Tozzi.
Revisão: Fernanda Saraiva.

Rapidinhas – Sebo 1977.

Por @Detachez

São Paulo é uma cidade cheia de coisas boas, e cheia de vida, porém, muitas pessoas simplesmente não vêm o que a cidade tem a oferecer. Garanto que em cada bairro tem um pequeno lugar que pode fazer toda a diferença, mas o mundo que vivemos hoje, com toda a correria e falta de tempo, impossibilita que saibamos o que aquela casa abandonada no final da rua tem a nos dizer.

Pensando nisso, recebi um convite para escrever sobre um sebo de nome 1977, perto da minha casa, que hoje conta com mais de 5000 títulos, dos mais variados e que oferece, além de o direito a leitura, uma oportunidade para crianças de terem um futuro melhor, e assistido por jovens que sonharam um dia em um país mais humano.

Com esse ideal, Alan da Silva Nogueira, atualmente formado em História pela Universidade Nove de Julho (Uninove), na qual ganhou o curso pelo Programa de Universidade Para Todos (ProUni), mudando a própria realidade para mostrar o quanto era capaz, e sempre foi, resolveu abrir um lugar, que possibilitasse a realização de sonhos.

Segundo Alan, o sonho começou do nada, ele tinha apenas um pouco de dinheiro guardado, e resolveu investir na compra de livros, já que tinha um lugar onde pudesse receber o sebo. “Mas abrir o sebo, foi tipo algo que eu não controlei, só fiz, não pensei muito se iria dar certo ou não, eu tinha uma grana guardada e investi comprando 1000 livros, depois abri as portas da minha garagem, reformei e em menos de um mês já estava funcionando”, afirma.

Alan e três crianças do projeto de futebol.

Alan e três crianças do projeto de futebol.

Além do sebo, Alan ressalta a importância do trabalho com as crianças, no qual ele utilizou o futebol para incentivar o estudo, visto que hoje em dia o interesse geral é por eletrônicos e jogo de vídeo game. “Comecei a fazer grupos de leitura, escolhia um livro, lia com eles, mas aos poucos eles foram desistindo, pois não têm o costume de ler, então eu tive outra ideia. criar uma espécie de escola de futebol, mas pra jogar tinha que ler, fizemos este trabalho por um ano, mas depois confesso que parei com a leitura, mas o futebol permanece, isto aconteceu porque a faculdade vinha me forçando demais, mas hoje estamos voltando aos poucos com a leitura”.

Os interessados podem entrar em contato com o Alan pelo Facebook* ou pelos telefones que se encontram no serviço desta matéria. Ainda podem ajudar além da doação de livros, participando das atividades exercidas pelo sebo: “Sim, precisamos atualmente de um juiz de futebol, pois estamos realizando um campeonato e ninguém aceita está tarefa, mas para assuntos internos temos já a ajuda minha e de um amigo”, completa Alan.

Para quem quiser conhecer o sebo, haverá uma festa dia 22 de fevereiro, próximo sábado, para comemorar o projeto que faz três anos.

Serviços:
Sebo 1977: Rua Abelardo Gurjão Cotrim, 501. Jd. Angélica, Carapicuíba – São Paulo. Tel. 28611584.
Perfil Alan Facebook: https://www.facebook.com/alan.d.nogueira?fref=ts
Página do sebo: https://www.facebook.com/pages/Sebo-1977/193155317431138?fref=ts

Leitores Recomendam – Livros

Por @kia_souee
Hoje não tem Coluna de Música, pois a coluna “Leitores Recomendam” invade com muita leitura!

Em meio a correria do dia-a-dia onde internet e televisão  podem resumir histórias, os livros parecem estar esquecidos, porém a matéria de papel com seu cheiro único sempre promete desvendar um segredo e nos surpreender a cada virar de paginas e acredite isso é encantador.

O famoso Bill Gates disse uma vez “meus filhos terão computadores, sim, mas antes, terão livros. Sem livros, sem leitura os nossos filhos serão incapazes de escrever- inclusive a sua própria história.” Em resumo podemos entender que computador não substitui livro e vice versa, precisamos ter conhecimento de histórias, matérias e mundos para que um dia possamos escrever nossas vivencias.

Ganhar livro é melhor que roupa!

Ganhar livro é melhor que roupa!

Amanda Damião, 18, estudante de secretariado Afirma que os livros dialogam com as pessoas, mexe com sentimentos que muitas vezes o leitor não consegue expor, pois algumas histórias possuem características semelhantes a de quem esta apreciando a literatura. A aluna diz que não há segredo para gostar de livros, porém, encontrar obras de gêneros no qual o leitor se identifique é um bom começo.

Com isso os leitores recomendam de hoje trás uma lista de livros que merecem ser lidos:

1-      A menina que roubava livros – Autor: Markus Zusak

2-      O caçador de pipas –  Autor:  Khaled Hosseini

3-      1984 – Autor: George Orwell

4-      Carrie – Autor: Stephen King

5-      A metamorfose – Autor: Franz Kafka

6-      100 anos de solidão – Autor: Garcia Marquez

7-      Blecaute – Autor: Marcelo Rubens Paiva

8-      Juízo Final – Autor: Sidney Sheldon

9-    A última música – Autor: Nicholas Sparks.

Texto e foto: Keisa Kessia.
Revisão: Spinelli Détachez.

Leitores Recomendam – Colunista recomenda: “indicações dos leitores”

Por @kia_souee

E ai povinho?! Hoje a coluna “Leitores recomendam” vem com um desabafo, sim irei falar a verdade…

O objetivo da coluna é mostrar quantas coisas interessantes esperam por nós, se tem um lugar no qual você gosta vale a pena compartilhar com os amigos e as de mais pessoas, se eu vejo algo que me atrai em um blog ou site é interessante ir verificar- e é isso que o Blog São Paulo não quer dizer cinza busca – recomende algo para que verifiquemos e recomendemos para os demais leitores.

Vivemos em um país tropical, cheio de lugares maravilhoso, nossa capital (SP) esta gritando para que aproveitemo-la, então vamos lá galera, recomende um lugar, uma musica, um momento e o que mais achar interessante conosco, mande-nos um email, comentário ou recado nas redes sociais: Facebook, e-mail: saopaulonaoquersercinza@live.com .

Texto: Keisa Kessia.
Revisão: Spinelli Détachez.
Foto: Produção #SPNQSC.