Coluna de Música – Blues Pela Vida.

Por @Detachez

Já escrevemos sobre o evento, para saber mais acesse AQUI, pois vai rolar a sexta edição do festival que dá amparo à crianças com câncer e para isso, oferece música de qualidade!

Vale a pena conferir a matéria e o show.

SERVIÇOS

Projeto Blues Pela Vida 6ª edição
Local: Ozzie Pub
Site: www.ozziealtpub.com.br
Rua Brigadeiro Galvão 871, São Paulo
Horário: 14:00 ás 21:00
Valor: R$ 25,00
CRIANÇAS ATÉ 10 ANOS NÃO PAGAM

Instituição beneficiada
Casa de Apoio à criança com câncer Vida Divina
Site:http://www.cavd.org.br/
Contato:55 (11)2214-0399 55 (11)2545-1654

CONTATO:
bluespelavida@bluespelavida.com.br

Texto: Fernanda Saraiva
Foto: Facebook do evento Projeto Blues Pela Vida.

Coluna de Música – “Cazuza – Pro dia nascer feliz, o musical”.

Por @umaAmyy

Em homenagem ao grande músico que foi Cazuza, o espetáculo “Cazuza – pro dia nascer feliz, o musical” chega a São Paulo, sendo exibido no Teatro Procópio Ferreira, até o dia 26 de outubro, com montagem de Aloísio de Abreu e direção de João Fonseca.

O musical retrata toda a vida do artista, mostrando seus romances, doença e carreira artística e solo na banda Barão Vermelho, exibindo assim, clássicos como:”Pro dia nascer feliz”; “Codinome beija flor”; “Bete Balanço”; “Ideologia”; “O dizer que te amo”; “Faz parte do meu show”; e também composições nunca gravadas por ele, como:”Malandragem”; “Poema” e “Mais feliz”.

O espetáculo apresenta ao todo 31 canções, contando com 7 músicos e 16 atores, resultando em uma equipe de 80 pessoas.

Os ingressos variam de R$ 50 a R$ 180, podendo ser adquiridos via internet AQUI.

Para quem precisar de mais informações, tem o site oficial do Teatro Procópio.

Endereço: “Teatro Procópio Ferreira” – Rua Augusta, 2823 – Cerqueira Cesar.

Texto: Mayara Moreno.
Foto: Google.

Coluna de Música – Questions.

Por

E é com muito orgulho que volto a abri este espaço, o de toda sexta feira (que para bom bebedor é santa), para uma série de entrevistas exclusivas que nosso, antigo, porém, nada mais, nada menos atual colunista de música Caio C. fez em 2013, só para começar.

 

Banda formada em 2000. Com conceitos do verdadeiro hardcore, e a fúria do metal. Suas letras são politizadas. O nome da banda vem de questionar, não aceitar as coisas como se fossem normais. Os caras têm quatro CD’s e um EP: Resista!, Fight For What You Believe, Rise Up, Life is a Fight e Out Of Society. O Questions é formado por:
Vocais: Edu Andrade;
Guitarra: Pablo Menna;
Baixo: Helio Suzuki;
Bateria: Eduz Akira.
Agora vamos bater um papo com os caras e ver quais são as novidades.
CCS: Obrigado pelo espaço pessoal. Conte-nos um pouco sobre o tour europeu que rolou em agosto. Qual é a sensação de tocar lá fora e a diferença entre tocar aqui e fora do país.

Pablo: E ae pessoal, beleza? Foi a nossa quarta tour na Europa, a melhor com certeza! Tocamos 21 shows bons, pela primeira vez em 2 dos mais importantes festivais de hardcore, o Fluff na Rep. Tcheca e o Ieper na Bélgica. Tocamos com bandas que são fundamentais na nossa formação: Agnostic Front, Madball, Sick of it All e Integrity. Além disso, fomos a primeira banda de hardcore brasileiro, que eu saiba, a tocar em lugares como Kalliningrado e na capital da Ucrânia, Kiev. O principal é que a recepção do público foi muito boa em todos os lugares, encontramos amigos que fizemos desde a primeira tour em 2007, e conhecemos muita gente nova. A sensação de tocar fora do Brasil é muito boa, principalmente porque a gente se sente mais valorizado e mais respeitado do que aqui. Pelo menos na Europa, a galera em geral nos trata muito bem. Nós, brasileiros, temos muito que melhorar nesse sentido, a gente dá muito valor para o que vem de fora e não se importa muito com o que é feito em casa.

Questions

Questions

CCS: O tour do Life is a Fight acabou há pouco. Vocês têm algum novo projeto em mente? Estão trabalhando em novas músicas?

Pablo: Sim, estamos sempre com alguns projetos rolando. Acabamos de lançar um 7 polegadas, chamado “Out of Society”, com 4 sons novos. Uma das músicas tem participação do Andrew Kline do Strife e do Nick Jett do Terror. Foi um prazer tocar com eles e ver que, apesar deles estarem em duas bandas renomadas na cena, são caras simples e a fim de fazer o melhor possível. Tanto que, quando convidamos, eles toparam na hora. Fora isso, um selo alemão, Obey! Records acabou de lançar uma versão em vinyl duplo colorido com os discos “Rise Up” e “Life is a Fight”. Puta sonho realizado! Em breve vamos começar a venda aqui no Brasil.  E não vamos parar de compor, mas mais material novo só deve sair no ano que vem.

CCS: Qual é a principal mudança que vocês vêem desde o Resista! Para o Life is a Fight?

Pablo: O som e as idéias não mudaram muito, em minha opinião. As principais mensagens da banda, de resistir e lutar por uma vida mais digna, continuam as mesmas. Mas a gente foi amadurecendo as composições, hoje estamos mais seguros do que funciona melhor para nós na hora de montar as bases, encaixar as letras, etc. E sobre as letras, bom, a mesma indignação com as injustiças da vida continuam lá. Na real, conforme os anos passam, ela só aumenta.

CCS: O Questions é uma banda ou uma Crew? Melhor falando, além de ser uma banda, o Questions é uma Crew?

Pablo: O Questions é, além de uma banda, uma idéia. Temos amigos de muitos anos que se identificam com essa ideia e estão sempre com a gente, e estamos sempre conhecendo gente nova que também nos motiva a continuar na luta. Então, isso vai além da banda, das músicas, é uma forma de encarar o mundo e os problemas que temos que enfrentar, vindo de onde viemos.

Questions.

Questions.

CCS: De onde sai toda a inspiração, para composição das músicas? Quem escreve as letras do Questions?

Pablo: A inspiração vem dos perreios do dia a dia, de como as pessoas que trabalham são exploradas e mal tratadas de uma forma escandalosa. Nós já tivemos a oportunidade de viajar bastante e ver com nossos próprios olhos o quanto a vida no Brasil é atrasada, com condições básicas totalmente precárias. As coisas demoram uma eternidade para avançar, a maioria da classe política é corrupta e interessada apenas em perpetuar seus privilégios. Por isso nos inspiramos em basicamente tudo o que é injusto e nos incomoda de alguma maneira. Infelizmente não vai faltar assunto para nós tão cedo.
As letras surgem de conversas entre todos nós, principalmente o Edu e eu. Ele costuma vir com os conceitos, como os nomes dos discos, e eu escrevo a maioria das letras. O Edu traz algumas coisas, completa algumas partes e o Helinho ajuda também.

CCS: Vocês já dividiram palco com bandas influentes da cena. Qual foi o melhor show e existe alguma banda que vocês gostariam muito de tocar?

Pablo: Não dá para escolher só um show melhor… Esses da última tour na Europa com o Agnostic, Madball e principalmente o Sick of it All, foram muito especiais. Mas teve a primeira vez com o Agnostic, no Rio (em 2002!), que foi marcante também, ter contato com os caras e verem que eles são verdadeiros naquilo que representam, foi muito importante. Tocar com o Strife, uma das nossas principais influências, e depois manter uma amizade com os caras, é muito bom. A nossa “lista” de bandas, que a gente tinha quando começou o Questions (tinha também o RDP e Sepultura, pode procurar nas entrevistas antigas) está completa, hah! Mas como tá rolando show de reunião de bandas clássicas como o Judge e o Youth of Today… Quem sabe?

CCS: Edu Andrade, você é envolvido com arte, intervenções. Conte-nos um pouco sobre e o que isso significa em sua vida. É você que faz as artes dos CD’s do Questions?

Questions.

Questions.

Edu Andrade: Desde moloque pirava nas capas de discos do Iron Maiden, Exploited, Misfits e etc… na minha infância desenhava muito, depois não sei porque fiquei uns 15 anos sem desenhar, só retornando em 98 depois que vi em uma Transworld Skateboard com dezenas de posters do Shepard Farey/Obey Giant! Quando vi aquilo decidi que nunca mais pararia de desenhar e fazer intervenções na rua! A chamada street art… Anos depois, em 2000, fui amigo de e-mail do Shepard com ajuda do Pablo na tradução do inglês hahah… Trocando vários materiais, etc.
Logo depois comecei a fazer as capas do Questions e tudo relacionado à arte na banda. Sinto-me bem fazendo, pois todos os outros integrantes confiam no que venho a fazer, e até me ajudam comprando depois minhas telas! Então tudo fica mais tranquilo e satisfatório!
Gosto/Amo arte! Quando entro na sessão de livros de arte de alguma bookstore… A sensação minha é de mais puro prazer! Eu sei o que fazer quando ficar velho… PINTAR! PINTAR… Ouvindo algum disco do AC/DC, Nick Cave, Einsturzende Neubauten, Sick of it All, Fugazi… E por ai vai!

CCS: O Questions possui quatro CD’s e um EP lançado recente. Desde o Rise Up, vocês lançam CD’s pela Seven Eight Recordings. Selo de bandas como: Confronto, Nueva Ética, Las Palabras Queman, Norte Cartel, No Turning Back, Vieja Escuela, Ralph Macchio, O Inimigo, entre tantas outras. O que mudou para o Questions, após a entrada para a Seven Eight Recordings?

Pablo: A Seven Eight é o selo mais atuante no nosso meio, já rolava uma admiração mútua antes da gente lançar os discos por eles. O que mudou, além da credibilidade que o selo traz para a banda, foi que eles fazem os discos chegar ainda mais longe. E pelo nosso lado, a gente também leva o nome do selo para lugares onde ele ainda não tinha chegado. Eles vivem para o hardcore e não do hardcore, assim como nós, então nos sentimos em casa. O Questions sempre uniu forças com quem tem as mesmas ideias.

Questions.

Questions.

CCS: O que é a SPHC e qual o peso dela para a cena nacional?

Pablo: Quando a gente foi para a Europa pela primeira vez em 2007, em alguns shows os caras anunciavam a gente como uma banda “New York Hardcore”. É claro que temos influência de um monte de bandas de lá, mas fora isso, não somos de NY e sempre quisemos buscar o nosso próprio som, então surgiu a ideia de fazer uma música chamada “São Paulo Hardcore”, ou SPHC, simplesmente para deixar claro de onde viemos para os gringos.

E este termo já é antigo, muitas bandas antes de nós ja usavam… O Ratos de Porão tem, se não me engano, no encarte do “Cada dia mais sujo e agressivo”,  “São Paulo Hardcore”.
O SPHC pro Questions é tudo que falamos acima, agregado com a Filosofia do Positive Hardcore.
Temos um Fest com o nome SPHC que fazemos há mais de 13 anos no esquema DIY e nos moldes de não violência em shows, truculências e tudo de que não concordamos como também: racismo, homofobia, sexismo. Chamamos bandas pra tocar que compartilham desta ideia, dificilmente você verá neste Fest bandas que pregam ódio a alguma opção sexual, raça…
Conhecemos todos os tipos de caras e de bandas nestes mais de 25 anos de underground, hoje estamos mais maduros e aprendemos muitas coisas com erros e acertos do passado…
Mas isto não quer dizer que temos que concordar com ideias arcaicas e pensamentos ogros do hardcore/metal tuff.
Pra nós o Hardcore e a filosofia SPHC – Positive Hardcore é um estilo de vida e queremos passar pro Brasil/mundo inteiro esta mensagem!

CCS: Atualmente, vocês andam fazendo um tour com o povo da Good Intentions. Recentemente eles lançaram um novo CD, intitulado “Enquanto Houver”. Como tem rolado esses shows e qual é a sensação de tocar com os caras?

Pablo: O Good Intentions é uma banda que a gente admira bastante, os caras têm conteúdo, têm história. É muito importante que bandas assim continuem ao longo dos anos, lancem discos, façam shows, fortalece demais a cena. Por algum acaso a gente não tinha tocado muito junto no passado, mas faz uns dois anos que temos viajado direto, para nós é uma satisfação. Dos últimos rolês com eles, um dos mais legais foi Joinville e Curitiba, muito massa!

CCS: Bom, eu gostaria de agradecer mais uma vez o espaço concedido para fazer essa entrevista. Espero que coisas boas venham pela frente. Boa sorte para cada integrante da banda e para o Questions. O espaço agora é de vocês, deixem um recado para quem leu essa entrevista.

Pablo: Nós que agradecemos pelo espaço e pelas palavras! Se você leu isso até aqui, provavelmente você tem ou está querendo montar sua banda, selo, zine, etc. Vá em frente! O caminho nunca é fácil, mas as conquistas e a satisfação pessoal de realizar as coisas serão suas pelo resto da vida. Muita gente “do mundo real” está ai só correndo atrás de grana… Sim, todos precisamos dela para viver, mas a vida não pode ser só isso, é muito vazio. Correr atrás dos sonhos muitas vezes pode parecer loucura para os outros, mas, se faz sentido para você, acredite.
Gostaríamos também de mandar um salve para todas as marcas que nos apoiam: Weird, Urgh, Sick Mind, Brutal Kill, Meteoro, Istanbul Mehmet, Hearts Bleed Blue, Playtech, Danilo Luthier, Impact Bookings, Obey! Records e Seven Eight Life são todos sonhadores que acreditaram.
Texto: Caio C.
Fotos: Enviadas por Caio C.
Esta entrevista foi feita no ano de 2013, com todos os direitos reservados ao Caio C.

Coluna de Música – Velhas Virgens

Por @ellenDetachez

Promo Velhas Virgens.

Promo Velhas Virgens.

A banda que lembra minha “juventude” alcoólatra e sem juízo, e na minha opinião , a melhor nacional independente, lança seu 14º albúm: TODOS OS DIAS A CERVEJA SALVA MINHA VIDA.

E como não podia faltar aquela passada bem embriagada pela minha querida cidade, vai rolar o show no carioca club próxima quinta-feira (17/04/2014), véspera de feriado.

Local: Carioca Club Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, n. 2899, Pinheiros, São Paulo /SP Informações: 11 3813 8598 / www.velhasvirgens.com.br / www.cariocaclub.com.br

Ponto de Vendas – Ingressos Antecipados: Carioca Club / Baratos Afins (Galeria do Rock): Rua 24 de Maio, n. 62, 2 Andar, Loja 318, Centro, fone: 11 3223 3629, (seg.a sex. das 10H as 19H, sábado das 10H as 15H) .

On Line: http://www.clubedoingresso.com/velhasvirgens

 

Racionais.

Racionais.

Também dia 17/04, vai rolar show dos Racionais M’cs. O grupo que esta prestes a completar 25 anos de estrada, vai realizar o show no Carioca club de Interlagos.

Local: Carioca Club Interlagos Endereço: Av. Atlântica, 3797/ Interlagos – São Paulo – SP Quanto: R$ 20,00 mulher e R$ 25,00 homem.

Onde: http://www.clubedoingresso.com/index.php?route=product/product&product_id=163

Coluna de Música – Cícero.

Por @ellenDetachez

E com grande felicidade que vos digo: A MPB ganhou mais uma vez!!

A pauta pedida pela Nanda foi um simples nome: Cícero. Eu já havia visto algumas citações de musicas do guri. Mas confesso, ainda não tinha parado para ouvir.

Pois bem, as duas últimas semanas ouvindo e amando o tal Cícero. O carioca que começou em uma banda (Alice) e tinha como nome artístico Cícero Lins, quando em carreira solo, optou por adotar a simplicidade de apenas usar o primeiro nome.

Cícero.

Cícero.

Não podia ser diferente. Ele fez o álbum de lançamento “Canções de Apartamento” da forma mais rústica possível, tocando e gravando em seu apartamento. Ao lado de Michel Teló (???) foi o maior ganhador de prêmios nacionais de musica em 2012.

Bem visto por grandes nomes como Marisa Monte, Paulinho Moska e Lenine, foi um passo para o estouro nacional. No ano de 2013, lançou novo álbum, gravado de forma caseira como o de estreia, mas, mais trabalhado que o inicial. Com letras e arranjos mais complexos. O album “Sábado” conta com participações de Marcelo Camelo, Silva e Mahmundi.

Texto: Ellen Fialho.
Foto: Divulgação.

Logo menos.

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