Fica a dica – Sem a música, a vida seria um erro. Nietzsche

Por @kia_souee

Às vezes me parece unânime o gosto pela musica, uso o termo parecer pelo fato de haver vários gêneros musicais nesse mundo e um fato que faz com que cada um tenha um estilo e um gosto musical- assim não existe unanimidade musical.

A musica esta em tudo, afeta tudo e diz muito… Ela acompanha a sociedade, ou melhor, as pessoas desde criança na hora de ninar até os dias de gente grande de baixo do chuveiro. Se você esta triste tem uma musica para você… Se esta apaixonado tem uma musica que conta a sua história… Se esta brava o ritmo te acalma e se quer curti a dança te contagia… Tudo gerado pela musica e suas composições, mas isso não é o principal…

O mais encantador nunca será escutar uma musica e sim senti-la ou berra-la, isso mesmo querido leitor soltar a voz (risos), pouco importa se você tem técnicas como tom e ritmo o que interessa é  colocar para fora o que se sente , gritar as suas emoções e saiba sempre terá uma musica esperando por ti.

Eu sei que temos uma coluna para falar especificamente de musica, coluna essa que por sua vez o FICA A DICA não deixaria de indicar, porém aqui não é de meu interesse comentar sobre shows, gêneros, técnicas, bandas ou categorias, quero apenas deixar uma essência para o espirito.

Finalizo com o pensamento de William Shakespeare que diz

O homem que não tem a música dentro de si e que não se emociona com um concerto de doces acordes é capaz de traições, de conjuras e de rapinas.

#reflita.

Texto: Keisa Kessia

Imagem: Por meio dos devidos fins de direitos autorias declaro não ter encontrado o autor da imagem – google.

Imagem

Atente-se – logo menos

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Rapidinhas – Wilson Falcão.

Por @Detachez

É com enorme prazer que venho postar um poema (letra de música), feito por um colega de sala da Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (FapCom), do curso de jornalismo primeiro semestre, Wilson Falcão.

Wilson Falcão

Wilson Falcão

Uma lágrima no rosto
Esconde o brilho de um ideal
De um jeito diferente
Eles pensam que é legal

Queremos um lugar melhor para se morar
Queremos sair na rua para caminhar
Com toda a esperança vamos lutar
Para enfim, então, mudar

Chega de corrupção
Quem tem dinheiro tem sempre a razão
Vocês vão ter que ouvir
A verdadeira exclamação

Como podemos ficar assim
Nesse mundo sem atitude
Onde o rico se diverte
E o pobre só se ilude
Desse jeito não dá para viver
Por quê sempre foi assim?
A nossa lei é matar ou morrer
É sempre o pobre que merece o fim.

Perfil Facebook: [ https://www.facebook.com/wilson.falcao.54?fref=ts ]

Texto: Wilson Facão.
Introdução e revisão: Fernanda Saraiva.
Foto: Facebook.

Rapidinhas – Mano Celso.

Por @Detachez

Galera, gostaria de apresentar o trabalho de um grande amigo, colega de trabalho e companheiro de conversas inteligentes sobre música, Celso Junior, escrevendo sobre o Brasil.

Foto Google.

Foto Google.

Brasil aonde guerreiros não param nos primeiros obstáculos enfrentam as batalhas nada de coitado
Aonde vagabundo esbanja talento e dribla os espinhos
Veja só o brilho nos olhos dos meninos esse meu povo que não se cala
Não esqueça que revolução é nossa cara, nossa honra
Tem que vale mais que qualquer jóia rara que a nossa garra sempre prevaleça, que a nossa força pra lutar pelos nossos ideais não pereça, que o conhecimento e a educação fique na preferência e não a bunda e a copa fique na audiência e que a estupidez e a alienação e a mente fraca desapareça Tiradentes, Marighella, Mandela, Zumbi e tantos outros heróis por aí
Eu falo memo creio sim que tem vários guerreiros tipo esses por aqui!!!!

Texto: Celso Junior [ https://www.facebook.com/celso.junior.9809?fref=ts ]
Revisão: Fernanda Saraiva.

Rapidinhas – As Verdades Que Ela Não Diz.

Por @Detachez

Vou usar a coluna hoje para postar uma das crônicas do livro de Marcelo Rubens Paiva.

E daí que acaba?

Não aguento mais ouvir de uma voz feminina com amargura e rancor que não quer mais casar. Seguidoras de Paulo Mendes Campos acreditam que, se o amor acaba, pra que começar outro?

São aquelas que se casaram de branco no dia mais feliz de suas vidas, apaixonadas e entregues, e que depois enfrentaram a ira de um ciumento, as neuras de um obcecado, as fraquezas de um viciado, se envolveram com suas famílias alheias intolerantes, conheceram a frigidez da rotina, a traição injusta seguida por mentiras incabíveis, e decidiram pôr um fim ao sonho de eterninar aquele instante em que tudo parecia fazer sentido, em que pombinhos nasceram um para o outro e morreriam grudados num fio eletrocutado ou numa praça poluída, na alegria e na desgraça.

Para aquelas que já passaram por um ou dois casamentos e tropeçaram no degrau da separação, em que a decepção trocou de lugar com o amor, e o futuro virou poeira, não aguento mais replicar: “Se o amor nos enlouquece, imagine a loucura que é ficar sem ele”.

Para aquelas que dizem não acreditar mais no amor, proponho então experimentar outros amores e apostar nesse bilhete só de ida.

Uma noite de prazer acaba. Um banquete acaba. Uma viagem inesquecível acaba. O fim de semana na ilha paradisíaca, um campeonato, o dia, o ano, o gozo, um livro, um disco, um banho de banheira e uma nhá benta acabam. Como Sísifo, não por isso evitamos outros.

Os homens?

Vou lhes dizer: amamos tanto as que nos deram à luz, nos deram intuição, formas alternativas de pensar, mostraram detalhes que passavam despercebidos, exigiram atenção, dedicação, carinho, nos fizeram ser românticos, vencer a vergonha, e nos inspiraram músicas, poesias, até guerras, e nos ensinaram os diversos tipos de chocolates…

Se vocês não acreditam mais, quem acreditará? Lembrem-se de Nietzsche, que nos últimos dias numa vila italiana, com o calor na pele, viu alegria no niilísmo e esperança no desamparo: “Cada passo mínimo dado no campo do pensamento livre, da vida moldada no seu formato pessoal, foi desde sempre conquistado por martírios espirituais ou corporais”.

Tégua.

Que venham os clichês. Cá está o ombro para o choro da mudança de humor inexplicável e inesperada. Quer que eu apague a luz na enxaqueca? Explico com toda a paciência a regra do impedimento, quem joga contra quem, e o que significa aquele quadro no alto da tela, quem que três letras, COR, vencem por 2×1 as letras PAL.

Fique na cama na TPM. Trarei uma bolsa de água quente e o jantar. Sim, vamos comprar sapatos. Eu espero. Levo um livro, enquanto você experimenta a loja.

Adorei a cor do esmalte, o corte de cabelo. BAtom vermelho te deixa mais bonita. Não, a calcinha não está marcando. Ah, põe o tubinho preto, se bem que eu gosto quando você coloca aquele vestidinho colorido. Não, o sutiã não está aparecendo.

Eu ligo para o despachante, faço um rodízio nos pneus, troco a bateria, reconfiguro seu computador, mando lavar o tapete, o forro do sofá, também adoro ele com almofadas indianas em cima.

Cuido de você na velhice, não te trocarei por uma adolescente que cheira a titti frutti, nem pela secretária vulgar da firma, amarei a sua pele um pouco mais flácida, seus seios naturalmente instáveis, seu corpo maduro, seus joelhos frágeis. E tomaremos vinho tinto todas as noites. Prefere branco? Que celulite?

Porém a maioria de vocês cohece agora as teclas do atalho, a pressão nos pneus, saber chamar o seguro para uma pane elétrica, e que carrinho por trás do cartão vermelho. Tornaram-se independentes.

Pesquisa da Serasa Experian mostrou que as mulheres são maioria entre os mais ricos do país – segundo o estudo, cerca de 4,9 milhões de mulheres e 4,7 milhões de homens participam do grupo dos mais prósperos do Brasil, as classes A e B, e que as mulheres “ricas” somam cerca de um milhão, e 611 mil mulheres são executivas bem-sucedidas.

E nós. Último censo do IBGE: o número de divórcios triplicou, enquanto o de casamentos formais de papel passado caiu 12%.

O amor se tornou líquido, e não é, Zygmunt Bauman? “Se hoje vivemos em redes virtuais, que aproximam e afastam as pessoas, somos capazes de manter laços fortes e relações verticais?”, pergunta.

Entendi, deixamos de preservar o passado e começamos a viver um presente perpétuo, a era do hedonismo e do consumo desenfreado, vazio difícil de saciar.

Desistimos da sede pelo amor?

Não, as mulheres são o apêndice do homem, mas a fonte original da vida  e a nossa razão de ser. Não nos deixem desamparados. E aprendam com nossas fraquezas e com todos os nossos erros.

Amar ainda é a única maneira de convivermos com a sua delicadeza e de alimentarmos nossa vocação de proteger e cuidar. Não façam do homem uma noite sem vento, um mundo sem gravidade. Parecemos tolos e infantis, controladores e insensíveis. Mas nós as amamos tanto…

Acaba mesmo? Comece outr. Antes que a amargura substitua o brilho dos seus olhos. E a pieguice, a rima e as metáforas sejam extintas.

Texto: Marcelo Rubens Paiva retirado do livro “As verdades que ela não diz”.

Tá Na Moda – Renovação!

Por @Fernanda__Tozzi

Aaaaah o Ano Novo, época de fazer planos, de almejar coisas impossíveis (mas que se quisermos ficará possível) de programar amores, encontrar amigos, época em que queremos mudar o mundo e nos mudar… Pois é, acontece que em todo final de ano ouço reclamações do tipo “O ano acabou e eu não fiz nada” “esse ano foi um saco”… Queixas que você já deve ter ouvido e também falado!

Este ano fiz um trabalho escolar sobre o maravilhoso e encantador Carlos Drummond de Andrade e nessas minhas pesquisas achei uma poesia encantadora dele que se chama “Receita de Ano Novo” guardei ela especialmente para esta época do ano. E a coluna de hoje 02/01/2014 será apenas este encanto de poesia. Leia atentamente e pense, pense muito nestes versos sublimes. Com vocês: Drummond.

Drummond: mestre.

Drummond: mestre.

“RECEITA DE ANO NOVO

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.”

Carlos Drummond de Andrade

Texto: Fernanda Tozzi e Carlos Drummond de Andrade.
Foto: Google.com