Uma flor no meio da selva de pedra**

Como lembrança de um tempo de mudanças, a Casa das Rosas mantém seu casarão até hoje na Avenida Paulista, repleta de prédios high tech.

Tabata Sando

Casa das Rosas no começo do século XX. Fonte:http://antigoemoderno.blogspot.com.br/

Casa das Rosas no começo do século XX. Fonte:http://antigoemoderno.blogspot.com.br/

Em meio ao cenário de mudanças regionais e a presença constante da elite paulistana no início do século XX, Francisco de Paula Ramos de Azevedo projetou, em um pedaço de lote da extensa Avenida Paulista, um casarão com mais de 30 cômodos, inspirado na arquitetura das mansões francesas.

O projeto foi finalizado em 1935, como um presente a sua filha, Lúcia Azevedo Dias de Castro e seu marido. Residiram no casarão mais de 50 anos, até que em 1986, a casa foi desapropriada pelo governo do estado, abrindo suas portas novamente apenas em 1991, como um espaço cultural.

O aposentado Ary de Sando, escritor, por hobby, há mais de 60 anos, constantemente visitava o espaço. Até mesmo, quando ainda servia de domicílio a família Azevedo.

“Desde a época em que o casarão tornou-se um centro cultural, o espaço em torno dele, a sociedade mudaram muito. O que agora são grandes prédios comerciais antigamente dava lugar a pomares e plantações de café. Hoje em dia a correria de homens engravatados por toda a grande passarela que é a Avenida Paulista era cenário para barões e pessoas de importância se encontrarem de tarde e conversarem sobre seus bens”, recorda-se Ary.

O espaço recebeu o nome de “Casa das Rosas” por manter até hoje um dos jardins mais belos da cidade, protagonizado devidamente por suas rosas.

Desde 2004, passou a se chamar Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, em homenagem ao poeta, tradutor e ensaísta Haroldo de Campos. Atualmente para aqueles que frequentarem o espaço vão apreciar exposições e a arquitetura do local, como alguns dos pertences de época. A casa oferece também cursos, eventos e palestras sobre poesia e literatura, dando auxílio e apoio para aspirantes a escritores.

Rafael Gatuzzo, funcionário da Casa das Rosas, certifica que em mais de 10 anos, o espaço já recebeu mais de oito mil visitantes, das mais diversas idades e interesses. “A cada dia, mais de quatro línguas são faladas por aqui. Muitos estudantes e até mesmo antigos e novos visitantes têm interesse pela história do centro cultural e nas obras de Haroldo de Campos e a arquitetura de Ramos de Azevedo, o último, pela importância por ser um ícone para a transição da urbanização para a cidade de São Paulo”, comenta.

Além da Casa das Rosas, Ramos de Azevedo também projetou outros edifícios históricos da capital, como a Pinacoteca do Estado, Theatro Municipal e o Mercado Público de São Paulo, o Mercadão.

Horário de Funcionamento:
Terça-feira a sábado, das 10h às 22h;

Domingos e Feriados, das 10h às 18h.

Para mais informações:

(11) 3285-6986 | 3288-9447 | contato@casadasrosas.org.br
Av. Paulista, 37| Bela Vista São Paulo/01311-902

** Este texto foi publicado originalmente no blog Comunica Fapcom.

Anúncios

SPNQSC – Praça do Pôr do Sol.

Por @Detachez

Localizada em Praça Cel. Custódio Fernandes Pinheiros – Rua Desembargador Ferreira França SN – Alto de Pinheiros, São Paulo – SP, a Praça do Pôr do Sol é um dos lugares mais bonitos da cidade de São Paulo.

A selva de pedra guarda em suas ruas um lugar incrível como este, do qual a vista para ver o “pôr do sol” é privilegiada. Que tal levar um acompanhante (amigo/ficante/namorado/marido(a)) para conferir com os próprios olhos?

Texto: Fernanda Saraiva.
Foto: Google.

 

Tá Na Moda – Boa e velha São Paulo.

Por @Fernanda__Tozzi

Como todos sabem no último dia 25/01 São Paulo comemorou seus 460 anos e resolvi fazer um post à altura de São Paulo. É uma dica gratuita de passeio para os paulistanos e paulistas fanáticos e para todos os turistas que vem contemplar nossas belezas arquitetônicas.

O Edifício Altino Arantes, nome que recebeu na década de 80 e mantém até hoje, conhecido como Prédio do Banespa, é uma atração imperdível para quem procura ter uma vista privilegiada de quase todos os pontos da capital. O edifício majestoso possui seus 161,22 metros de altura, seus 35 andares, 14 elevadores, 900 degraus e 1.119 janelas, foi considerado nos anos 40 a maior construção de concreto armado do mundo.

Esse mundo é nosso. O prédio tem inspiração arquitetônica no Empire State de New York.

Esse mundo é nosso. O prédio tem inspiração arquitetônica no Empire State de New York.

O raio de visão é de 360º e atinge 40 Km. De lá é possível ver a Serra do Mar, o Pico do Jaraguá, os prédios da Avenida Paulista e as principais construções do centro. O fascínio já começa pelo saguão, com o belíssimo lustre de cristal nacional em estilo decô-eclético, com 13 metros de altura, 10 mil peças de cristal e 1,5 tonelada, feito no formato do edifício.

Esse é o nosso mundo. Incrível foto panorâmica da vista 360º lá do topo.

Esse é o nosso mundo. Incrível foto panorâmica da vista 360º lá do topo.

A visita é gratuita, mas infelizmente só acontece de segunda a sexta em horário reduzido. Todos os meses, cerca de 5 mil pessoas sobem ao local. Mas esse número poderia ser maior, não fosse a pequena estrutura (elevadores, guichês, funcionários, etc) que acaba gerando filas e principalmente o fato de só ser aberto ao público de segunda a sexta-feira.

O Prédio do Banespa foi privatizado em 2000 pelo Santander e hoje abriga também um museu com sua história. A melhor forma de chegar é de metrô, pela estação São Bento da Linha Azul.

PRÉDIO DO BANESPA (ED. ALTINO ARANTES)

Rua João Brícola, 24 – Centro – Metrô São Bento
(11) 3249-7180
Horário de visitação: segunda a sexta,  das 10h às 15h; exceto feriados.

Gente espero que vocês tenham curtido essa dica. E se possível tentem se programar para visitar esse lugar lindo de São Paulo. Beijocas e até a próxima.

Texto e fotos: Fernanda Tozzi.
Revisão: Fernanda Saraiva {Spinelli Détachez}

Fica A Dica – Ah! Imagine você em SP.

Por @kia_souee

Estamos em um lugar cheio de coisas para fazer e com muitos ambientes para frequentar, a cada esquina encontramos uma situação diferente e nela vemos algumas maneiras de se divertir – mas claro que cada um curte da maneira que lhe convém. Ops! Só lembrando que esse mesmo lugar é cheio de bagunças confusões, e meu amigo fazer as coisas nele é correr o risco de ter seu tempo roubado, o tempo nessa terra voa, as pessoas se perguntam o que aconteceu e o que fizeram para seu próprio bem, individualismo parece prevalecer, porém ainda existem aqueles amigos que sempre estão juntos haja o que houver. Bem vindo a São Paulo.

Cidade de São Paulo.

Cidade de São Paulo.

Antiga terra da garoa, onde a muvuca prevalece, é aqui que aprendemos que não é a mesa de bar que faz um amigo e sim os amigos que fazem a mesa de bar, é aqui que vemos que São Paulo só é essa capital pelo que nós, paulistas e paulistanos somos, e balada não é só aquela estrutura que se vai para dançar, mas sim aquele auê que mexe com o seu interior, sua alegria, balada é uma batida de amigos com alegria. Mesmo assim deixo a dica, se joga de cara com a vida que a capital te acolhe, faça suas escolhas sim e pense sempre no bem, mas viva, curta e seja feliz aonde te é oferecido uma felicidade permanente, aprenda a amar São Paulo porque você tem muito a receber.

Tá Na Moda – Pós Férias.

Por @Fernanda__Tozzi

I’m Back. Para quem não sabe nos últimos posts eu falei que estava na praia para passar as festividades de final de ano e cheguei à algumas conclusões boas e outras nem tão boas…

Fiquei na Praia Grande e confesso que fui com o pé atrás de ir pra lá devido à toda fama que o local possui. E me surpreendi (e MUITO)! O lugar ficou lindo, muito bem arborizado com grandes coqueiros, um calçadão bem largo com direito a ciclovia mega movimentada que bomba até depois da 1h da manhã. Tudo MUITO limpinho, bem organizado, com quiosques a mais ou menos 100m um do outro e junto com cada quiosque vinha uma viatura da polícia. Muita segurança para as milhares de famílias que estavam lá.

O que me chateou na Praia Grande é que não havia nenhum restaurante/barzinho beira mar bacana. Se você quisesse bebericar algo a beira mar teria que ficar em quiosques. Acho que uma praia, do tamanho e da quantidade de pessoas que frequentam lá deveria ao menos se ter uma casa noturna (fica dica empresários do momento). Também acreditei que iria ter uma feirinha artesanal com coisas bem bacanas e baratas mas nada!!! Apenas uma ou duas nos extremos da orla e com coisas bem xumbregas, que vendem nos camelos.

Foto: Fernanda Tozzi. Me diz se precisa de filtro ou efeito pra esse céuzão ficar mais bonito?!

Foto: Fernanda Tozzi. Me diz se precisa de filtro ou efeito pra esse céuzão ficar mais bonito?!

Outra coisa que incomoda é o som dos carros de funk, mas isso você acaba tirando de letra, afinal estamos ali para relaxar e a vibe positiva que o lugar transmite acalma a alma e deixa isso de lado. Agora o que me irritou profundamente lá foram as PIPAS! Acreditem pipas, muitas pipas e o pior com CEROL (que, aliás, já foi proibido por lei né?!…) mas ai eu acho que isso cabe ao bom senso da pessoa, vulgo pai ou mãe da criança, proibir o filho de usar o material, porque poxa vida gente, eu fiquei com um medo daquelas linhas. Para pra pensar: Você na praia, tentando tirar a cor de requeijão, de biquíni, sentadinha na sua cadeira quando de repente tem uma pipa sobre a sua cabeça… não é bacana! O bom senso cabe nessa hora. Sei que é férias, diversão e a criançada (e muito marmanjo com barba na cara) só quer saber de sair correndo atrás de pipa. Aliás quase morrem atropelados correndo atrás das benditas e jogando tudo areia na sua cara!

Quanto à noite de Réveillon, os fogos devo dizer que foi MARAVILHOSO. Já passei o Ano Novo na Paulista, Florianópolis, Navegantes-SC  e nunca vi fogos de artifícios tão lindos! Nada programado pela prefeitura, muito pelo contrário, moradores e condôminos fazem uma vaquinha para poder realizar um espetáculo que não fica devendo para grandes lugares não!

Tanta coisa para falar gente, vi tanta coisa que renderia coluna pro ano inteiro, mas fico por aqui! Com uma impressão maravilhosa do lugar, mas com péssima impressão da falta de educação de algumas pessoas que lá frequentam… bom senso é bem-vindo em qualquer lugar, e não é porque você saiu de férias que você tem que botar um biquíni fio dental e deixar a educação em casa não! #PRONTOFALEI

Texto: Fernanda Tozzi.
Revisão: Fernanda Saraiva {Spinelli Détachez}