Comic Con por Larissa Santos

Por Larissa Santos

O slogan/lema (sei lá o nome) foi “vai ser épico” e sim, foi exatamente isso. Até tenho costume de ir em eventos deste tipo, mas esse teve um gostinho diferente, por N motivos.
Vou contar um pouco sobre minha experiência, mas sinceramente não dá para falar disso sem mencionar o antes e o depois do evento. O antes começou beeeeem antes, lá em abril quando comprei a credencial, nessa época eu sabia que a credencial demoraria para chegar, mas confesso que a partir da metade de setembro tiveram dias em que o desespero tomou conta (risos).

Credencial chegou, várias atrações legais sendo confirmadas e infelizmente senhor Frank Miller cancelou o domingo. Mas felizmente todas essas emoções foram compartilhadas com um grupo que saiu de um post da página do evento (aqueles posts de deixar o seu número para criar um grupo no whats), pensem numa galera FODA! Os caras sabem de tudo e me deram muitas dicas e ajudou bastante compartilhar a ansiedade com essa galerinha. (Valeu grupo what’s up XP).

 

Foto retirada do Facebook de Larissa Santos

Foto retirada do Facebook de Larissa Santos

Ah e claro que não poderia faltar o drama, o suspense, ou melhor, o meu azar né. Se faltasse não seria eu. Fui organizar a mochila um dia antes do evento e ao pegar a credencial percebi que não recebi uma coisa chamada “e-ticket”, percebi isso porque na credencial (tipo um ingresso) estava escrito que o e-ticket era de extrema importância para entrar no evento. FUDEU PARÇA! Entrei em estado de choque, sentei no chão da minha cozinha e fiquei vendo um filme na minha cabeça, um filme de terror pior que Joe e as baratas (risos). Após conversar com um amigo que já tinha ido ao evento consegui levantar do chão e ir para cama para tentar dormir. Bem, o que posso dizer é que falhei nessa missão, não consegui dormir nada, só pensando nesse e-ticket.

 

Finalmente chegou o grande dia, vamos para porta do evento e esperar conseguir entrar sem o e-ticket né, ao chegar lá primeira surpresa boa do dia: CONSEGUI O E-TICKET (e nem foi difícil, deveria ter dormido), mas vamos falar de coisa boa (tekpix), vamos falar do evento.

 
Não quero falar dos painéis, stands e auditórios do evento, então vou falar do evento de um modo geral. Logo que cheguei fui super bem recebida pela galera que organiza as filas e talz e isso já começou a moldar o clima de ‘estou em casa’, o evento para mim foi exatamente isso, uma festa em casa. O lugar estava LOTADO mas pelo espaço enorme não tive problemas para me locomover de um lado para outro.

 
Banheiro para mim é uma coisa muito importante (virginiana) e o do evento estava limpo, organizado, com papel e sabonete, ganhou uma estrelinha. Acho legal mencionar que os cosplayers tinham um lugar só para eles se arrumarem, não sei se a instalação era super equipada ou se atendia as necessidades da galera, mas achei legal simplesmente por ter isso.

 
Sobre as filas: se organize, programe o seu evento com antecedência, não tem como não ter fila, olha o tamanho desse evento cara. Minha única reclamação é no preço das comidas, realmente um absurdo! Isso sem dúvida algo que dá para melhorar #ficaadica!

 
Mas voltando ao lado bom, o evento é um ótimo lugar para ir com seus amigos, filhos, irmãos, enfim, todos os nerds. Ver uma porrada de coisas legais e épicas, sentar no chão morta de tanto andar e simplesmente conversar sobre idiotices. E para finalizar a parte desse dia épico: pais (responsáveis e etc), levem as crianças, existem atrações e espaço para os pequenos e eles merecem ter esse momento para curtir esse tipo de evento!

 
Finalizando todo esse textão, o pós é triste, muito triste por que você só quer voltar (risos). Para que você entenda o pós eu acho que o melhor jeito é pensar naquela ressaca monstra daquele rolê épico que você fez. A única diferença é que você não diz que nunca mais vai voltar (ou nunca mais vai beber) você quer mais e mais. Até a próxima CCXP.
That’all folks! 😉

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Comic Con por Ana Afonso

Por Ana Afonso

Gastei 80 reais pra ir no evento que, como a própria propaganda dizia “vai ser épico” e provavelmente foi, pra quem tinha mais condições. Não estou dizendo que foi ruim, mas perdi a metade do dia apenas pegando uma fila atrás da outra, chegando cedo, ainda só entrei no evento as 15h, algumas atrações já estavam ESGOTADAS, ou tinham sido finalizadas. A única coisa que ouvia nos estantes era “amanhã tem mais”, mas não pra mim é claro, que só pude comprar o ingresso de quinta-feira. Não vi nenhum ator e fui em apenas em 5 estandes, tudo tinha muita fila, algumas atrações demoravam demais, mas tinham coisas bem legais pra fazer, queria ter tempo pra pegar todas as filas. Considerando que é o terceiro ano do evento, até que estava bem bacana, faltou mesmo uma melhor logística para as filas de credencias e entrada, para que todo mundo possa aproveitar mais!

Foto: Facebook Ana Afonso

Foto: Facebook Ana Afonso

BITSP – Amarelo: A cor da tecnologia.

Por Ricardo Marx

Acredito que todos os leitores do blog já experimentaram o bom e velho metrô lotado. São Paulo não quer ser cinza, mas tenho a impressão que o metro das antigas linhas contribuem com isso, diferente da linha 4 amarela.

A linha amarela do metrô paulistano me inspira modernidade e tecnologia, sempre me faz imaginar como São Paulo possui o potencial de ser bem melhor do que é, atualmente. As linhas antigas de metro são as mesmas desde que eu me conheço por gente, e não trazem o ar de metrópole que SP merece.

As catracas, portas e sistemas da linha amarela são muito práticos, exercem mais rapidez aos passageiros e trazem o aspecto que gostamos para a nossa cidade. A tecnologia usada na linha é usada nas linhas mais modernas da Europa e da Ásia, o que mostra aonde podemos chegar com o dinheiro bem investido e controlado.

A operadora metroviária que controla a linha amarela usa o que chama de CCO, Centro de Controle Operacional como cérebro para que toda a operação seja feita de forma automática.

A mais expressiva tecnologia na minha opinião é o sistema driverless, utilizado pela primeira vez na América Latina. Os vagões são operados sem condutor. Nele, as velocidades são sempre mantidas dentro dos limites permitidos e reguladas de acordo com a necessidade, o que garante mais segurança. O sistema permite a aproximação de dois trens, com toda segurança, a uma distância similar à dos automóveis nas ruas.

Não quero com este texto ressaltar a empresa, afinal, ela vem de investimento privado, quero na realidade mostrar como a nossa vida pode ser facilitada se a nossa cidade fosse melhor gerida… Imaginem este nível de transporte como padrão em mais de 10 linhas… Seria ótimo!

Texto: Ricardo Marx.
Fonte: VIAQUARTO e OLHAR DIGITAL.

 

 

BITSP – Içando a Bandeira Pirata.

Por Ricardo Marx

Quem nunca parou para comprar aquele DVD pirata na esquina de casa, ou aquele Windows/office falsificados na saída da faculdade ou então o mais comum: Download sem os direitos autorais do produto.

Um filme por R$49,90 ou R$4,90???

Logo de cara expresso a minha opinião: Não vejo problemas em pagar por um produto pirateado de qualidade, visto que de acordo com a condição de nosso país não nos seja permitido usufruir dos bens que a sociedade e mídia em geral nos enfia cérebro abaixo.

A pirataria é apenas um dos efeitos colaterais da nossa economia fraca, e não um problema genuíno.

Jogos de vídeo-game, tablet, roupa, pendrive, celular, tênis, e muitos outros itens podem ser pirateados, e eles não são distribuídos, são vendidos, e vendidos por trabalhadores. Ao contrário do que o governo e a mídia fala, são pais de família que vendem esse tipo de produto, e não traficantes e mafiosos. O grande problema é tirar uma fatia do lucro de grandes empresas poderosas no Brasil e no mundo. A China, que vem assolando o mercado ocidental com seus produtos paralelos é uma grande prova disso (tipo de mão de obra é outro assunto) quando se trata de competição mundial.

Nos últimos tempos podemos perceber uma grande baixa na venda desse tipo de produtos na área digital (CDs, DVDs), e acredito que por conta da inclusão digital no Brasil, que vem crescendo naturalmente com os adventos tecnológicos da sociedade atual e também por conta de trabalhos policiais (existe até a Delegacia de Crimes contra a Propriedade Imaterial, conhecida como Delegacia da Pirataria).

Polícia encontra 8 mil CDs e DVDs em laboratório de falsificação de Ribeirão Preto, SP (Foto: Reprodução/EPTV)

Em contra partida, os produtos físicos vêm em um aumento considerável:

“De acordo com pesquisa feita em 2010 pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e Instituto Ipsos, o consumo de produtos pirateados no Brasil aumentou de 48%, em 2010, para 52%, em 2011. Isso significa, em números absolutos, que cerca de 6 milhões de brasileiros que não consumiam produtos piratas em 2010 passaram a comprá-los no ano seguinte. O diretor do IBDC chamou a atenção para o fato, identificado pela pesquisa, de que 57% dos consumidores de produtos piratas pertenciam às classes sociais A e B, mostrando expansão em relação a 2010 (47%). Perfumes, óculos de sol e cigarros também fazem parte da relação de produtos pirateados que entram no Brasil em volumes elevados.”

Enfim, é uma longa discussão… Será que a população Paulistana realmente se beneficia desse mercado?

Fonte AQUI.
Texto: Ricardo Marx.

BITSP – Tecnologia Piritubana.

Por Ricardo Marx

Sou um piritubano da gema. Adoro o bairro, as pessoas e locais daqui, mas visto que é um dos maiores bairros de SP, ainda temos carência em bons investimentos em educação. As escolas públicas daqui em sua maioria são bem fracas e sem estrutura. De três escolas públicas que eu estudei, apenas uma delas eu poderia dizer que era de qualidade, e ainda era uma escola municipal.

Visto todos os problemas de nosso bairro, uma luz surge, uma luz chamada investimento, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo. Semana passada eu passei em frente as obras, e foi o que me motivou a escrever sobre. É dito que será construído no terreno de mais de 67 mil metros quadrados da Av. Mutinga, 651, essa belezinha que fornecerá em sua totalidade, 50% de cursos tecnológos, 20% de cursos em graduação superior e o resto em pós e cursos livres.

A área foi escolhida pois abastecerá a falta de opções na região oeste, e também possui boas opções de transporte (próximo da Anhanguera e terminal/estação Pirituba). As obras tem previsão de término em 2015, mas que pode (e provavelmente) ser adiada. Enfim, uma ótima opção futura para cientistas, matemáticos, físicos e entusiastas da região. Espero vocês lá!

Texto: Ricardo Marx.

BITSP – X vs. Y

Por Ricardo Marx

Todos nós percebemos a nítida diferença entre pessoas velhas e pessoas novas quando se trata da familiaridade com tecnologia, seja em um terminal normal, um celular, servidor, telefone, etc.

A geração Y, como são talentosos hein… Já nascem sabendo mexer com “essas coisas”. A geração X, são velhos e não entendem nada “dessas coisas”.

Isso porque a juventude respira a tecnologia. Acordam grudados em TV. Computadores. Celulares. Tablets. Não conhecem uma biblioteca, mas o “acervo do Wikipédia” substitui os bons e velhos livros didáticos. Trabalhos e projetos de faculdade são entregues via email. Conversam com o pessoal da escola via Facebook e marcam encontros em redes sociais.

Já a galera que nasceu por volta da década de 70 nem imaginava todas essas facilidades. Estudavam na raça né (isso também explica a falta de escolaridade :D), na base do chicote. Bibliotecas eram o recanto dos lúdicos, nerds e estudiosos. Já antigamente a notícia do baile na casa de alguém era divulgada e comentada com pelo menos uma semana de antecedência, e a ansiedade e euforia aumentava o prazer de cada encontro.

Eu sinceramente, gostaria que toda a juventude fosse mais desconectada e mais viva. E os nossos pais, tios e avós mais conectados. Sua avó aperfeiçoaria a boa e velha receita de família com dicas em páginas de culinária. Seu pai pode evitar o trânsito com um APP nas manhãs chatas de segunda, e deixar o dia mais agradável. Enfim, uma infinidade de benefícios que todos podem adquirir com a World Wide Web (www), a nossa internet.

Daí você diz: Ricardo, meus pais não curtem, não tem jeito. Sim sim, eu sei q eles tem uma aversão natural, mas comecemos com doses homeopáticas, um pouco de cada. Ensine-os ligar o notebook, baixar um APP, baixar suas músicas prediletas, consultar o site esportivo, uma vez de cada… Aos poucos. Em minha experiência pessoal, todos aprendem melhor com o seu próprio equipamento. Gaste R$ 300,00 e dê um tablet simples para a sua mãe navegar. Com R$ 600,00 muito bem parcelados, você pode comprar um ÓTIMO celular para o seu pai. Eles se sentirão mais confortáveis com seu próprio instrumento em mãos.

A tecnologia é uma maravilha que todos devem usufruir e desfrutar. Pobre ou rico, feio ou bonito, chato ou legal… Lembrando que sou rico, bonito e legal 😀

Mastigando o texto acima em motivos plausíveis e lógicos:

-A educação das nossas crianças deve ser acompanhada digitalmente também! É assustador o uma criança que se pode fazer sem a supervisão dos pais;

-São Paulo é maior cidade da América latina. Tecnologia é o nosso cotidiano, e a inclusão digital é de suma importância para o desenvolvimento da cidade inteira.

Texto: Ricardo Marx.

BITSP – 1k acessos = 10 pães.

Por Ricardo Marx.

Vídeos virais são o tipo de coisa que todos nós gostamos certo? Que tal viver (bem) fazendo vídeos? Pois é, eu pensei em como existem pessoas que realmente conseguem ganhar a vida dessa forma. E sim, a internet pode nos dar essa vida que pedimos à Deus (risos).

Bom, o nosso Deus Google (onipotente, onisciente e onipresente) criou uma forma de pagar para as pessoas, de acordo com a quantidade de visualizações em determinado produto. Produto esse que pode ser um blog, (vamos enriquecer? SQN), um vlog, um site ou um vídeo, que é o foco do assunto agora. Vídeos mais especificamente na nossa rotineira ferramenta chamada de Youtube!

OK. O nome dessa forma de medição se chama Google AdSense, que é um serviço gratuito e simples com o qual os inscritos em canais de todos os tamanhos podem ganhar dinheiro exibindo anúncios para o Google. Logo, criando uma conta no Youtube, juntamente com a sua conta do ADSense, você já pode criar vídeos no seu canal e receber por eles. Isso explica porque encontramos todos os tipos de vídeos no Youtube.

Agora façamos uma continha bem simples:

R$ 3,00(três reais) a cada 1000(mil) visualizações (média de ganho no Brasil).

3(três) x 100(Cem) = 300(Trezentos).

Canais que fazem muito sucesso são os canais de assuntos que usamos no nosso dia-a-dia: beleza, culinária, jogos, curiosidades, etc. Com um vídeo relativamente simples, mas bem acessado, você já pode começar a gerar uma boa renda. É claro, aplicando ainda mais publicidade dentro de um vídeo, (marcas em destaque) você pode ganhar ainda mais por fora do ADSense.

E assim, a publicidade trabalha junto da tecnologia e entra dentro de nossa vida. E mal percebemos…

Texto: Ricardo Marx.